ÁREA DE INFLUÊNCIA DO PORTO DE SANTOS

 

MERCADO DA SOJA

 

 

1      Apresentação.. 2

2      Mercado Internacional 2

2.1       Produção. 2

2.2       Exportação. 4

2.3       Importação. 5

2.4       Consumo. 6

3      Mercado Interno.. 8

3.1       Evolução da estadual produção da soja. 8

3.2       Evolução da Produtividade da Soja. 10

3.3       Projeção de Crescimento da Produção de Soja no Brasil 11

3.4       Capacidade instalada de Processamento da Soja. 12

3.5       Destinação da Soja em Grão. 13

3.6       Projeção das Exportações do Complexo Soja por Porto. 17

3.7       Destinação do Farelo de Soja. 18

3.8       Exportação de Farelo de Soja. 20

3.9       Destinação do Óleo de Soja. 22

3.10     Distribuição das Mercadorias entre Origem e Destino. 23

3.10.1      Método empregado. 23

3.10.2      Divisão Territorial 23

3.10.3      Distribuição espacial do mercado. 24

3.10.4      Área de Influência do Porto de Santos. 33


 

 

1          Apresentação

 

Este relatório contém a análise do mercado do porto de Santos das mercadorias, a granel de origem vegetal, exportadas através desse porto: grãos, farelos e óleo de soja.

Nele é abordado tanto o mercado interno brasileiro como o mercado internacional das mercadorias que compõem o complexo da soja.

 

 

2          Mercado Internacional

 

2.1       Produção

 

A produção mundial de soja na safra 2004/05, conforme dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), foi de 231 milhões de toneladas, contra 117 milhões da safra 1993/94 (138 em 1994/1995), com um crescimento médio perto de 6% ao ano.

A produção de soja representa cerca de 59% da produção de todas as plantas oleaginosas cultivadas no mundo (Soja, Palma, Algodão, Colza, Amendoim, Girassol).

O farelo de soja, alcançou na safra 2004/05 uma produção mundial de 142 milhões de toneladas, contra 87 milhões na safra 1994/95, com um crescimento médio perto de 4% ao ano.

Quanto ao óleo de soja, o consumo mundial para o ano 2005 foi de 33 milhões de toneladas, contra 15,9 milhões em 1991, significando um crescimento médio de 4% ao ano.

A produção, tanto de grãos como de derivados, tem apresentado crescimentos sucessivos, sendo que os grãos experimentaram oscilações maiores em algumas safras, especialmente as de 1995, 1997 e 2003, enquanto a produção de farelo e óleo mostrou um crescimento estável.

Os Estados Unidos, maiores produtores dessa oleaginosa, em 2005 respondiam por aproximadamente por 37% de sua produção mundial, embora já tenham contribuído com a metade no início da década de 90. Esse fato reforça a tendência declinante da produção norte-americana, verificada ao longo das décadas de 80 e 90 que cresceu apenas 3% ao ano no período 1993 a 2005. Ganharam posição nessa participação o Brasil, de 20% para 28%,  e a Argentina, de 9% para 17%, com taxas de crescimento anual de 9% e 11% respectivamente, enquanto a China com crescimento de 4% ao ano, teve sua participação levemente reduzida de  9,4% para 7,8%.

Os Estados Unidos são também os maiores consumidores de soja, processando 25% do processamento mundial, seguidos do Brasil com 18%, Argentina com 16% e China com 14%, os quais apresentaram crescimento anual de 2%, 6%, 11% e 17% respectivamente no processamento.

Em contra-partida, o seu consumo doméstico de farelos e óleo apresentam crescimento médio da ordem de 3% e 3,3%, respectivamente. Mantendo-se essa tendência, os Estados Unidos participarão cada vez menos do comércio mundial. E nesse sentido contribuirá a crescente pressão para o fim dos subsídios agrícolas, patrocinada também pelos Estados Unidos, que subsidia pesadamente a sua produção agrícola.

 

 

Produção de Soja

 

Pais

1993

2005

Taxa de Crescimento Anual

Milhões de Toneladas

Participação (%)

Milhões de Toneladas

Participação (%)

EUA

60

51%

86

37%

3%

Brasil

23

20%

65

28%

9%

Argentina

11

9%

39

17%

11%

China

11

9%

18

8%

4%

Mundo

117

100%

231

100%

6%

 

 

 

 

 

Processamento de Soja e Produção de Farelo de Soja

 

 

Pais

1993

2005

Taxa de Crescimento Anual

Milhões de Toneladas

Milhões de Toneladas

Participação (%)

Processamento de Soja

EUA

35

45

25%

2%

Brasil

16

33

18%

6%

Argentina

8

28

16%

11%

China

4

26

15%

17%

Mundo

 

179

100%

 

Produção de Farelo de Soja

Mundo

87

142

 

4%

 

 

 


2.2       Exportação

 

No complexo soja (grãos, farelos e óleo) as exportações desses produtos representam 57% da produção mundial.

O comércio internacional (importações) de grãos de soja, em 2005, girava em torno de 62 milhões de toneladas, 27% da produção, cujos principais fornecedores são os Estados Unidos com 27 milhões de toneladas, significando 44% do total exportado, embora venha apresentando crescimento anual pequeno de apenas 2% no período 1993-2005, seguido do Brasil que exportou naquele ano 22 milhões de toneladas, tendo sua participação evoluído de 16% em 1995 para 35% do total das exportações mundiais em 2005, com crescimento significativo de 15% anuais no período citado, aparecendo em seguida a Argentina que exportou 8 milhões de toneladas, representando 13% de participação, e que apresenta taxas médias de crescimento anual de 10%. Destaque deve ser dado às crescentes exportações brasileiras, que em 2008 exportou 24,6 milhões de toneladas se aproximando àquelas dos EUA.

O comércio internacional (importações) do farelo de soja, em 2005, atingiu a cifra de 48 milhões de toneladas, das quais a Argentina se constituí no maior exportador, contribuindo com 42% seguidos do Brasil, com 35%, que participou com 32% na safra 1994-1995, e EUA, com 10%. O crescimento médio anual das exportações mundiais no período 1993-2005 também se mantém nesta ordem, com respectivamente 10%, 6% e notadamente decréscimo de 1% para os EUA.

No caso do óleo de soja em 2005, das importações mundiais de 9,3 milhões de toneladas, a Argentina também se mostra na primeira posição como exportador participando com 49%, seguido do Brasil com 33% (na safra 1994-1995 era de 28%), União Européia com 8% e EUA com 6%.

A redução da participação norte-americana nas exportações de soja e, principalmente de farelo de soja vêm sendo compensadas pelos demais países exportadores. Dentre esses países, destaca-se o Brasil, que respondeu com 35% das exportações mundiais de grãos e também de farelos e 33% das exportações de óleo na safra 2004-2005.

Considerando a elevada competitividade do complexo soja no mercado mundial de farelos e óleos vegetais, o futuro volume das exportações brasileiras dependerá dos seus excedentes.

Nesse sentido, é importante lembrar a grande disponibilidade de terras com aptidão agrícola no Brasil e as perspectivas brasileiras de aumento de sua produtividade e redução de custos, sem a necessidade subsídios, que o coloca como forte competidor mundial em relação aos Estados Unidos. Um dos fatores que tem influência sobre os custos de produção é o preço da terra nas regiões de maior produção que, conforme informações de Abiove/USDA/ICONE, em 2004 eram de US$2300/acre nos EUA, enquanto no Brasil atingiam US$1200/acre.

 

 

 


Exportação do Complexo Soja

 

 

Pais

1993

2005

Taxa de Crescimento Anual

Milhões de Toneladas

Milhões de Toneladas

Participação (%)

Soja em grãos

EUA

21

27

44%

2%

Brasil

4

22

35%

15%

Argentina

2

8

13%

10%

Mundo

 

62

 

 

Farelo de Soja

EUA

6

5

10%

-1%

Brasil

8

17

35%

6%

Argentina

7

20

42%

10%

Mundo

 

48

 

 

Óleo de Soja

EUA

0,6

0,6

6%

-1%

Brasil

0,7

3,1

33%

13%

Argentina

1,5

4,6

49%

10%

União Europeia

1,1

0,7

8%

-4%

Mundo

 

9,3

 

 

 

 

 

2.3       Importação

 

A China e a União Européia se constituem nos principais importadores mundiais do complexo soja.

Referente a safra 2004-2005, dos 62 milhões de toneladas importadas mundialmente de grãos de soja, as compras da China representaram 35%, enquanto as da União Européia foram de 26% e do Japão de 8%.

A China, embora seja um grande produtor de soja, apresenta crescimento na sua produção (4% ao ano) bastante inferior ao crescimento do processamento dessa oleaginosa (17% ao ano), fato que permite prever para os próximos anos, o crescimento de suas importações de grãos para suprir suas indústrias. Dos 22 milhões de toneladas importadas por esse pais na safra 2004-2005, grande parte foi importada do Brasil, pois essas importações cresceram de 1,8 milhões de toneladas em 2000 para 11,8 milhões de toneladas em 2008, correspondendo a 48% das exportações brasileiras nesse último ano, o que representa um crescimento médio anual de 27% nesse período.

Na importação do farelo de soja o destaque é da União Européia que concentra 52% das compras internacionais, de 48 milhões de toneladas, enquanto Filipinas e Egito compram apenas 2% cada um.

No comércio mundial do óleo de soja, a China importa 26% dos 9,3 milhões de toneladas das importações mundiais, aparecendo também a Índia e Irã com 12% e 10%, respectivamente.

 

 

 

 

Importações Mundiais do Complexo Soja - Safra 2004-2005

 

Pais

Soja

Farelo de Soja

Óleo de Soja

Milhões de Toneladas

Participação (%)

Milhões de Toneladas

Participação (%)

Milhões de Toneladas

Participação (%)

China

22

35%

 

 

2,4

26%

União Europeia

16

26%

25

52%

 

 

Japão

5

8%

 

 

 

 

Filipinas

 

 

1

2%

 

 

Egito

 

 

1

2%

 

 

Índia

 

 

 

 

1,1

12%

Irã

 

 

 

 

0,9

10%

Outros

19

31%

21

44%

5

53%

Mundo

62

100%

48

100%

9,3

100%

 

 

 

2.4       Consumo

 

De importância para o conhecimento do mercado mundial de plantas oleaginosas, da qual a soja faz parte, estão os consumos finais das populações dos diversos paises do mundo, das carnes de bovinos, de suínos e de aves, além do óleo de soja, pois essas oleaginosas são matérias prima para sua produção.

O consumo mundial per capta do óleo de soja, em 2003, era de 5 kg/hab, enquanto dos óleos vegetais era de 16 kg/hab. O maior consumo per capta pertence aos EUA, com respectivamente 26 kg/hab e 36 kg/hab. Na União Europeia o consumo per capta dos óleos vegetais ultrapassa aos dos EUA, com  40 kg/hab, porém o do óleo de soja era de apenas 6 kg/hab. No Brasil o consumo de óleo vegetal, 20 kg/hab, era quase que totalmente procedente da soja, 17 kg/hab. O consumo de cada pais fica, portanto, determinado pela sua população, conforme apresentado na tabela abaixo, com as populações estimadas para 2005 e 2008.

 


 

Consumo de Óleos Vegetais

 

Pais

2003

2005

2008

Consumo per capta (Kg/hab/ano)

População

Consumo de Óleo de Soja

População

Consumo de Óleo de Soja

População

Consumo de Óleo de Soja

Óleos Vegetais

Óleo de Soja

Milhões Habitantes

(Mil Ton.)

Milhões Habitantes

(Mil Ton.)

Milhões Habitantes

(Mil Ton.)

União Europeia

40

6

380

2.280

382

2.289

384

2.303

USA

36

26

294

7.644

295

7.675

297

7.721

Japão

20

6

127

762

128

765

128

770

Brasil

20

17

178

3.026

183

3.111

191

3.244

Índia

10

2

1.065

2.130

1.095

2.190

1.142

2.283

China

14

5

1.282

6.410

1.318

6.591

1.374

6.871

Mundo

16

5

6.301

31.505

6.440

32.202

6.655

33.276

Fonte: Abiove / Oil World

 

 

O consumo mundial de carnes vem crescendo além do aumento da população mundial, pois seu consumo anual per capta evoluiu de 24 kg/hab em 1965 para 35 kg/hab em 1995  e para 38 kg/hab em 2005, mostrando porém uma desaceleração do primeiro para o segundo período citados. Na última década o consumo de carnes aumentou em 0,8% acima do crescimento populacional. Nos paises desenvolvidos cada pessoa consome por ano, em média, 91 kg de carnes de todos os tipos, enquanto que nos paises em desenvolvimento esse consumo cai para 28 kg, no entanto nesses últimos o crescimento se dá com maior aceleração, 2% ao ano, contra 0,6% nos primeiros.

Esse crescimento, porém, tem acontecido apenas para aquelas carnes de origem suína e de aves, cujos consumos per capta aumentaram anualmente em média 1,4% e 1,8%,  respectivamente, atingindo em 2005 as de origem suína 15 kg/hab/ano e a de aves 12 kg/hab/ano, ultrapassando as de origem bovina que permaneceu com 10 kg/hab/ano.

 

 

Consumo Anual Mundial Per Capta de Carnes

 

Descrição

(Kg/hab/ano)

Taxa de Crescimento (% aa)

1965

1995

2005

1965-2005

1995-2005

Animal de Origem

Bovinos

10

10

10

0,0%

0,0%

Ovinos/caprinos

2

2

2

0,0%

0,0%

Suinos

9

13

15

1,3%

1,4%

Aves

3

10

12

3,5%

1,8%

Total de Carnes

Mundo

24

35

38

1,2%

0,8%

Paises em Desenvolvimento

10

23

28

2,6%

2,0%

Paises Desenvolvidos

62

86

91

1,0%

0,6%

Fonte: Abiove / FAO

 

 

 

 

 

3          Mercado Interno

 

3.1       Evolução da estadual produção da soja

 

A soja tem significativa importância no panorama agrícola nacional, sendo responsável por aproximadamente 40% da produção de grãos do país.

Em 2009, foram produzidas 57,0 milhões de toneladas, sendo o estado do Mato Grosso o maior produtor, participando com 31,5% desse total, seguido pelo Paraná, com 16,6%.

No país, entre 1995 e 2009, a produção desse grão agrícola teve crescimento de 5,9% ao ano, destacando-se entre os grandes produtores, os estados de Mato Grosso com 8,8% ao ano e Goiás com 8,3%.

 

Produção Estadual de Soja

(Mil Toneladas)

 

ESTADO

1995

2000

2009

Participação (%)

Taxa de Crescimento (%aa)

1995

2009

1995/2009

2000/2009

Mato Grosso

5.491

8.774

17.962

21,4%

31,5%

8,8%

8,3%

Paraná

5.694

7.188

9.492

22,2%

16,6%

3,7%

3,1%

Rio Grande do Sul

5.848

4.784

7.913

22,8%

13,9%

2,2%

5,8%

Goiás

2.147

4.093

6.809

8,4%

11,9%

8,3%

5,6%

Mato Grosso do Sul

2.284

2.486

4.046

8,9%

7,1%

4,2%

5,6%

Minas Gerais

1.200

1.439

2.751

4,7%

4,8%

6,1%

7,5%

Bahia

1.073

1.508

2.418

4,2%

4,2%

6,0%

5,4%

São Paulo

1.186

1.190

1.306

4,6%

2,3%

0,7%

1,0%

Maranhão

162

455

976

0,6%

1,7%

13,7%

8,9%

Santa Catarina

444

525

994

1,7%

1,7%

5,9%

7,4%

Tocantins

36

144

867

0,1%

1,5%

25,4%

22,0%

Piauí

20

101

781

0,1%

1,4%

29,8%

25,5%

Brasil

25.685

32.823

57.037

100,0%

100,0%

5,9%

6,3%

 

 

 

O Gráfico a seguir mostra a evolução da produção de soja nos estados brasileiros.

 

 

 


 

3.2       Evolução da Produtividade da Soja

 

A produtividade média da cultura agrícola da soja no Brasil entre 2001 e 2004 nos estados mais representativos e produtivos alcançou valores superiores a 2,6 t/ha, com destaque para os estados de Mato Grosso (2,95 t/ha), Paraná (2,88 t/ha) e Goiás (2,68 t/ha). Desses, o maior crescimento se deu no estado de Goiás, onde a média de 1995/1998 era de 2,25 t/ha.

Nos estados onde a produção desse grão é mais recente deve ser mencionado o crescimento da produtividade conseguida entre os anos de 2001 a 2004. No estado do Pará, evoluiu de 0,92 para 2,69 t/ha No estado do Maranhão, evoluiu de 2,0 para 2,43 t/ha e do Tocantins, de 1,8 para 2,4 t/ha, nesse período.

Cabe aqui destacar a produtividade elevada do Estado de Mato Grosso, a sua tendência levemente crescente e, principalmente a oscilação praticamente inexistente, quando comparada com a produtividade dos demais estados, principalmente os estados do Nordeste, cuja oscilação se deve, em grande parte, ao fato de suas regiões estarem próximas ao Polígono das Secas, apresentando maior  irregularidade climática. A questão da regularidade climática é de grande importância para as zonas de produção mais distantes, onde o produtor, com menor margem - decorrente do maior custo de escoamento da produção -  não suporta elevadas perdas de produção.

 

No Gráfico 3 está apresentada a evolução estadual da produtividade.

 

Produtividade Estadual da Cultura da Soja

(Toneladas/ha)

Estado

Média do Período

1995/1998

2001/2004

Mato Grosso

2,605

2,950

Paraná

2,604

2,877

Pará

0,919

2,693

Goiás

2,251

2,682

Maranhão

2,003

2,428

Tocantins

1,822

2,402

Bahia

2,065

2,145

Piauí

1,980

2,043

Rio Grande do Sul

1,814

2,022

 

 

 


 

3.3       Projeção de Crescimento da Produção de Soja no Brasil

 

A produção de soja no Brasil, como já exposto, vem apresentando altas taxas de crescimento.

Admitindo a continuidade dessa tendência, foi aqui projetada a produção para os próximos 15 anos para cada estado.

Essa projeção foi realizada com a utilização do método econométrico da regressão linear sobre a série histórica dos últimos 15 anos, o qual tem a vantagem de considerar o peso de todos os dados da série, reduzindo a influência de variações pontuais, que podem trazer maiores distorções na projeção.

Dessa projeção, mostrada no Gráfico mostrado a seguir, resultou que o Brasil estará produzindo 90 milhões de toneladas em 2019, com os estados de maior participação Mato Grosso, Paraná e Goiás, contribuindo com 32%, 17%, 12,6%, respectivamente.

 

 

 

 

 

 


 

3.4       Capacidade instalada de Processamento da Soja

 

Segundo informações da ABIOVE, a capacidade industrial instalada de processamento de soja no Brasil era, em 2008, de 155 mil t/dia, incluindo aí 3,1 mil t/dia de empresas que se encontravam paradas ou desativadas. Essa capacidade, em 2001, era de 108 mil t/dia.

Nas regiões Sul e Sudeste está instalada 57,5% dessa capacidade, perdendo a posição que tinha em 2001, de 69,6%.

No Centro-Oeste, a capacidade instalada nesse período evoluiu de 24,8% para 34,5% da capacidade nacional e nas regiões Norte e Nordeste, de 5,6% para 8%.

No estado do Paraná está o maior parque industrial de processamento de oleaginosas do pais, com 22,6% da capacidade de processamento, porém perdendo posição e com baixo crescimento. Em seguida aparece o estado do Mato Grosso que detém 16% capacidade de processamento, ganhando posição em relação a 2001, quando detinha 10%, e crescendo com elevadas taxas médias anuais de 12,6%. Goiás também se enquadra nesse ritmo de crescimento.

 

Capacidade Estadual de Processamento de Soja

 

Estado

Toneladas/dia

Participação (%)

Taxa de Crescimento

2001

2008

2001

2008

(% aa)

Paraná

31.500

35.150

29,2%

22,6%

1,6%

Mato Grosso

10.820

24.800

10,0%

16,0%

12,6%

Rio Grande do Sul

19.000

25.800

17,6%

16,6%

4,5%

Goiás

8.660

19.250

8,0%

12,4%

12,1%

São Paulo

14.700

17.780

13,6%

11,4%

2,8%

Mato Grosso do Sul

7.330

9.575

6,8%

6,2%

3,9%

Minas Gerais

5.750

6.600

5,3%

4,2%

2,0%

Bahia

5.200

5.530

4,8%

3,6%

0,9%

Santa Catarina

4.130

4.034

3,8%

2,6%

-0,3%

Piauí

260

2.530

0,2%

1,6%

38,4%

Amazonas

 

2.000

0,0%

1,3%

 

Maranhão

 

2.000

0,0%

1,3%

 

Pernambuco

400

400

0,4%

0,3%

0,0%

Ceará

200

 

0,2%

0,0%

 

TOTAL

107.950

155.449

100,0%

100,0%

5,3%

Fonte: Abiove

 

 

 


3.5       Destinação da Soja em Grão

 

Descontada a parcela utilizada como semente, a  soja brasileira é destinada ao mercado interno, em sua quase totalidade, para processamento em unidades industriais para produção de farelo, óleo e seus derivados e ao mercado externo.

No ano de 2008 foram processadas 32,1 milhões de toneladas de grãos de soja, ante 21,6 milhões de toneladas em 2000, que significa um crescimento de 5,1% ao ano no período.

O parque industrial instalado dessas industrias determina o consumo desse grão para esmagamento e, portanto, o excedente para exportação.

No ano de 2009 (ano comercial de 2008/2009), o Brasil exportou 28,5 milhões de toneladas de soja em grãos, apresentando crescimento expressivo nos últimos anos, pois essa quantidade foi de 3,65 milhões de toneladas em 1996 e 11,5 milhões de toneladas em 2000, representado por taxa anual de 33,3% nesse período e 10,6% entre 2000 e 2009.

Os embarques para o mercado externo em 2008 se deram principalmente através de quatro portos, por onde saíram 73% das exportações. Pelo porto de Santos foram embarcadas 30,4% das exportações do País, por Paranaguá, 16,9%, por Rio Grande, 16,3% e por Vitória, 9,8%.

Destaque deve ser dado ao porto de Paranaguá que praticamente não apresentou crescimento de exportações desse grão entre 2000 e 2009, e para os elevados crescimentos de São Francisco do Sul, Vitória, São Luís, Santos e Rio Grande, com crescimento acima de 12% anuais, no período.
 

Exportação de Soja - Porto

(Mil Toneladas)

 

PORTO

2000

2009

Participação (%)

Taxa de Crescimento (%aa)

2000

2009

Santos

2.969

8.668

25,8%

30,4%

12,6%

Paranaguá

4.493

4.813

39,0%

16,9%

0,8%

Rio Grande

1.402

4.656

12,2%

16,3%

14,3%

Vitória

637

2.806

5,5%

9,8%

17,9%

São Francisco do Sul

263

2.122

2,3%

7,4%

26,1%

São Luis

559

1.751

4,9%

6,1%

13,5%

Manaus - Porto

905

1.508

7,9%

5,3%

5,8%

Santarém

0

933

0,0%

3,3%

-

Salvador

0

1.117

0,0%

3,9%

-

Ilheus

109

150

0,9%

0,5%

3,6%

TOTAL

11.517

28.548

100,0%

100,0%

10,6%

 


Informações obtidas do Sistema Alice do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio, apontam que as exportações ocorridas em 2008 pelo porto de Santos têm origem, principalmente, nas áreas de produção do estados de Mato Grosso e Goiás, que respondem por 78% dessas exportações.

 

 

Estados de Origens das Exportações pelo Porto de Santos

2008

 

ESTADO

TONELADAS

Bahia

43.530

Goiás

1.383.628

Minas Gerais

147.302

Mato Grosso do Sul

640.751

Mato Grosso

4.187.164

Paraná

12.011

São Paulo

743.300

TOTAL

7.157.687

Fonte: Alice/SECEX

 

 


 

 


 

 

 

 

Observa-se no gráfico a relação das exportações do porto de Santos e Rio Grande. Nos ano 2005 e 2007 esses portos apresentaram quantidades exportadas opostas, enquanto o primeiro cresceu  o outro decresceu e vice-versa. Em 2005 houve quebra de produção no Rio Grande do Sul, e portanto gerando pequenos excedentes para exportação, enquanto que em 2007 a produção desse estado foi superior aos demais anos gerando grandes excedentes para exportação. Com custos de transporte, entre as regiões produtoras e o porto, relativamente pequenos, a exportação pelo porto de Rio Grande foi favorecida.

 

Os principais países de destino da soja em grãos exportada pelo Brasil, em 2008, foram aqueles do Leste da Ásia (regiões oriental, meridional e central), que receberam 59% do total exportado, do Norte da Europa e do Sul da Europa, que receberam 19% cada um. Somente a China comprou do Brasil 11,8 milhões de toneladas naquele ano contra 1,8 milhões de toneladas em 2000, refletindo um enorme crescimento de 26,7% anuais. Os paises da Europa não tiveram  o mesmo crescimento no período, perdendo posição em decorrência disso.

 

Exportação de Soja por Pais

 

Região de Destino

2000

2008

Taxa de Crescimento

(Mil Ton.)

%

(Mil Ton.)

%

(% aa)

China

1.783,6

15,5%

11.823,6

48,3%

26,7%

Europa Meridional

2.176,8

18,9%

4.780,5

19,5%

10,3%

Europa Setentrional

5.740,6

49,9%

4.707,3

19,2%

-2,5%

Ásia Oriental

754,7

6,6%

1.206,3

4,9%

6,0%

Ásia Meridional

105,2

0,9%

1.157,9

4,7%

35,0%

Ásia Central

54,4

0,5%

242,8

1,0%

20,6%

África Setentrional

70,5

0,6%

182,8

0,7%

12,6%

Oriente Médio

348,7

3,0%

181,9

0,7%

-7,8%

Austrália

0,0

0,0%

94,8

0,4%

 

América Meridional

196,0

1,7%

57,4

0,2%

-14,2%

América Central

273,8

2,4%

53,8

0,2%

-18,4%

América Setentrional

2,3

0,0%

3,3

0,0%

4,8%

Total

11.506,8

100,0%

24.492,6

100,0%

9,9%

Fonte: SECEX

 

 


3.6       Projeção das Exportações do Complexo Soja por Porto

 

Conforme ilustrado no Gráfico a seguir apresentado, a tendência de exportação brasileira de soja em grãos aponta que o porto de Santos, com taxa anual de crescimento de 11,6% no período de 2000 a 2008, estaria exportando 10,7 milhões de toneladas, em 2018, ficando com  25% da exportação brasileira dessa mercadoria.

A tendência de exportação de soja indica situação diversa para o porto de Paranaguá, com decréscimo na exportação de 0,9% anuais naquele período, estaria em 2018 exportando apenas 3,7  milhões de toneladas. Na faixa de 14% de participação estariam os portos de Rio Grande, São Francisco do Sul e Vitória.

 

 

 

 

 

 

 

3.7       Destinação do Farelo de Soja

 

O Brasil produziu 24,5 milhões de toneladas de farelo em 2008, proveniente do processamento de 32,1 milhões de toneladas de grãos de soja. Em 2000 foram produzidas 16,8 milhões de toneladas. No período de 2000 a 2008, esse produto apresentou uma produção crescente de 4,8% ao ano.

Seu consumo interno foi de 11,7 milhões de toneladas em 2008 e cresceu desde 2000 com taxas anuais de 6,5%. Em 2008, foram exportadas 12,8 milhões de toneladas, crescendo 3,4% ao ano em relação a 2000.

 

 

Farelo de Soja

(Mil Toneladas)

 

Descrição

2000

2008

Taxa de Crescimento (% aa)

Processamento de grãos

21.578

32.100

5,1%

Produção de Farelo

16.831

24.500

4,8%

Consumo Interno

7.066

11.700

6,5%

Exportação

9.861

12.900

3,4%

 

 

 

O sistema ALICE do MDIC mostra que das exportações brasileiras de farelo de soja,em 2008, 38,5% foram embarcadas no porto de Paranaguá, 24% no porto de Santos e 16% no porto de Rio Grande, constituindo-se esses três portos nos principais exportadores.

Destaque para o porto de Santos, que ganhou participação, pois em 2000 era de 15%, conseqüência de um crescimento anual de 10%, e para o porto de Paranaguá, que teve sua participação reduzida, já que em 2000 respondia por 41% das exportações brasileiras desse produto.

 


Exportação de Farelo de Soja

 

PORTO

(Mil Toneladas)

Participação (%)

Taxa de Crescimento

2000

2009

2000

2009

(% aa)

Paranaguá

3.851

4.822

41,1%

39,4%

2,5%

Santos

1.371

2.595

14,6%

21,2%

7,3%

Rio Grande

1.147

1.773

12,2%

14,5%

5,0%

Vitória

1.237

1.166

13,2%

9,5%

-0,6%

Salvador+Ilheus

451

831

4,8%

6,8%

7,0%

Manaus

0

458

0,0%

3,7%

 

São Francisco do Sul

1.239

488

13,2%

4,0%

-9,8%

São Luis

0

116

0,0%

0,9%

 

Demais Portos

68

1

0,7%

0,0%

-39,1%

Total

9.363

12.251

100,0%

100,0%

3,0%

 

 

 


 

 

 

 

 

 

3.8       Exportação de Farelo de Soja

 

A tendência de exportação de farelo de soja os portos de Santos e Paranaguá, também são diferentes no período 2000 a 2009. Enquanto Santos cresceu com alta taxa anual de 7%, Paranaguá teve um crescimento mais modesto no mesmo período (2,5%). Com isso,  Santos deverá estar exportando 5,7 milhões de toneladas em 2019, correspondente a 27% das exportações do país, se aproximando daquela do porto de Paranaguá de 36% que perde posição relativa.

 

 

 

 

 

 

 


 

3.9       Destinação do Óleo de Soja

 

Do esmagamento acima mencionado resultou a produção de 6,1 milhões de toneladas de óleo vegetal, das quais, 4,1 milhões de toneladas foram consumidas pela população brasileira e 2,1 milhões de toneladas foram exportadas. Essa produção, no período de 2000 a 2008, teve crescimento de 5,2% anuais, puxado pela exportação, que teve uma taxa anual de 7,8%. O seu consumo interno apresentou um crescimento um pouco acima do vegetativo, de 3,9% ao ano, influenciado pelo aumento do consumo per capta, que passou de 17,7 Kg/hab/ano em 2000 para 22,1 Kg/hab/ano em 2008.

 

Óleo de Soja

(Mil Toneladas)

 

Descrição

2000

2008

Taxa de Crescimento (% aa)

Produção

4.111

6.150

5,2%

Consumo Interno

3.015

4.100

3,9%

Exportação

1.148

2.100

7,8%

Consumo per capta (Kg/hab/ano)

17,7

22,1

2,8%

 

 

 


3.10   Distribuição das Mercadorias entre Origem e Destino

 

3.10.1  Método empregado

 

Para a determinação da Área de Influência do porto de Santos, no qual esse trabalho está focado, é necessário que seja melhor conhecido o comportamento do mercado das mercadorias que são exportadas por aquele porto. Para tanto foi realizada, para cada uma delas, a distribuição das quantidades ofertadas e demandadas entre a unidade territorial de sua origem e a unidade territorial de seu destino. Esse processo utilizou aplicativo próprio e adequado como ferramenta facilitadora.

Nessa distribuição foram considerados os excedentes (ou déficit) de cada unidade territorial, que, de um modo geral, são obtidos pela diferença entre a oferta dirigida ao mercado, composta pela produção interna mais a importação, e a demanda, composta pela soma do consumo da população, pela exportação e pelo consumo intermediário de outros segmentos produtivos que compõe a cadeia produtiva no qual tal produto está inserido e que utilizam-no como matéria prima.

As quantidades totais ofertadas e demandadas referentes ao mercado brasileiro foram distribuídas pelas unidades territoriais segundo critérios de otimização que estabelecem os fluxos de mercadorias que apresentam o menor custo total de todos os seus deslocamentos.

Para tanto, é necessário que os custos de transporte entre todos os pares origem-destino envolvidos sejam calculados.

Para que o mercado local da Área de Influência possa ser estabelecido, uma visão abrangente desse mercado, a nível nacional, é necessária, já que pode haver trocas entre essa área e o restante do país, ou mesmo com áreas limítrofes a ela.

 

3.10.2  Divisão Territorial

 

Para este estudo, as regiões brasileiras de interesse foram divididas em unidades territoriais que melhor representassem a distribuição espacial do mercado agrícola e industrial, ou seja, da oferta e da demanda da soja, do milho e de seus derivados e que pudessem constituírem em Zonas de Tráfego para efeito de estudo de transporte, em cujo centro de massa se concentram as cargas das mercadorias a serem transportadas.

Inicialmente foi utilizado como divisão territorial as mesorregiões dos estados, e em alguns, o próprio estado. Aquelas unidades territoriais que apresentaram ausência de quantidades em todos os itens de mercado, foram reagrupadas em unidades maiores constituídas de grupos de mesorregiões ou mesmo grupos de estados. Também, em determinados estados onde a distância aos principais portos é grande e com uma única rota de acesso, esses foram agrupados em áreas maiores, como foram os casos dos estados do Acre, Roraima, Amapá, Alagoas, Rio Grande do Norte, Sergipe, Rio de Janeiro. Desse critério resultaram 85 unidades territoriais, para a primeira divisão, e 30 para a segunda divisão, consideradas de interesse para o estudo, cada uma concentrando no pólo urbano regional todas as informações dos municípios nela contidos. Essas unidades territoriais estão mostradas nas tabelas a seguir.

 


3.10.3  Distribuição espacial do mercado

 

Todas as informações espaciais de produção agrícola foram levantadas no sistema SIDRA do IBGE. Para estudo da evolução histórica, foram levantadas as séries de produção municipal, de 2000 a 2008, da soja e do milho, posteriormente agrupadas  em mesorregiões. As informações espaciais dos derivados foram obtidas das publicações de entidades representativas dos setores industriais correspondentes.

As informações referentes a exportações e importações foram obtidas no sistema ALICE do MDIC, para  o período de 2000 a 2008. Desse sistema foi possível obter as quantidades exportadas (e importadas) das mercadorias por porto de embarque (e desembarque) e por estado de origem (e de destino).

 

Os itens de mercado do ano de 2008 para a Soja em grãos, segundo sua ocorrência nas 85 unidades territoriais, são mostrados na tabela e ilustrados na figura a seguir apresentados.

 

 


MERCADO BRASILEIRO DA SOJA

UNIDADES TERRITORIAIS: ESTADOS E MESORREGIÕES

2008

                                                                                                                        (Mil toneladas)

UF

POLO REGIONAL

MESORREGIÃO

PRODUÇÃO COMERC.

IMPOR-

TAÇÃO

EXPOR-

TAÇÃO

PROCESSA-MENTO

OFERTA

DEMANDA

OFERTA EXCED.

DEMANDA EXCED.

AC

Rio Branco

Vale do Acre

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

AL

Maceió

Leste Alagoano

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

AM

Manaus

Centro Amazonense

0,0

0,0

1.447,3

429,4

0,0

1.876,7

0,0

1.876,7

AP

Macapá

Sul do Amapá

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

BA

Barreiras

Extremo Oeste Baiano

2.617,6

0,0

0,0

1.180,9

2.617,6

1.180,9

1.436,7

0,0

BA

Salvador

Metropolitana de Salvador

3,4

0,0

706,8

0,0

3,4

706,8

0,0

703,4

BA

Vitória da Conquista

Centro Sul Baiano

0,0

0,0

53,2

0,0

0,0

53,2

0,0

53,2

CE

Fortaleza

Metropolitana de Fortaleza

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

ES

Vitória

Central Espírito-santense

0,0

0,0

2.424,6

0,0

0,0

2.424,6

0,0

2.424,6

GO

Goiás

Noroeste Goiano

60,2

0,0

0,0

0,0

60,2

0,0

60,2

0,0

GO

Porangatu

Norte Goiano

275,8

0,0

0,0

0,0

275,8

0,0

275,8

0,0

GO

Goiânia

Centro Goiano

105,5

0,0

0,0

748,0

105,5

748,0

0,0

642,6

GO

Luziânia

Leste Goiano

913,7

0,0

0,0

386,5

913,7

386,5

527,2

0,0

GO

Rio Verde

Sul Goiano

5.032,9

0,0

0,0

3.084,5

5.032,9

3.084,5

1.948,4

0,0

MA

São Luís

Norte Maranhense

0,0

0,0

1.766,4

0,0

0,0

1.766,4

0,0

1.766,4

MA

Imperatriz

Oeste Maranhense

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

MA

Presidente Dutra

Centro Maranhense

15,5

0,0

0,0

0,0

15,5

0,0

15,5

0,0

MA

Caxias

Leste Maranhense

83,6

0,0

0,0

0,0

83,6

0,0

83,6

0,0

MA

Balsas

Sul Maranhense

1.105,3

0,0

0,0

429,4

1.105,3

429,4

675,9

0,0

MG

Paracatu

Noroeste de Minas

724,2

0,0

0,0

0,0

724,2

0,0

724,2

0,0

MG

Montes Claros

Norte de Minas

74,7

0,0

0,0

0,0

74,7

0,0

74,7

0,0

MG

Diamantina

Jequitinhonha

0,2

0,0

0,0

0,0

0,2

0,0

0,2

0,0

MG

Teófilo Otoni

Vale do Mucuri

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

MG

Uberlândia

Triângulo Mineiro

1.581,0

0,0

0,0

1.417,1

1.581,0

1.417,1

163,9

0,0

MG

Curvelo

Central Mineira

7,4

0,0

0,0

0,0

7,4

0,0

7,4

0,0

MG

Belo Horizonte

Metropol. Belo Horizonte

1,3

0,0

0,0

0,0

1,3

0,0

1,3

0,0

MG

Gov. Valadares

Vale do Rio Doce

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

MG

Divinópolis

Oeste de Minas

16,0

0,0

0,0

0,0

16,0

0,0

16,0

0,0

MG

Pouso Alegre

Sul Sudoeste de Minas

11,9

0,0

0,0

0,0

11,9

0,0

11,9

0,0

MG

Barbacena

Campo das Vertentes

2,2

0,0

0,0

0,0

2,2

0,0

2,2

0,0

MG

Juiz de Fora

Zona da Mata

0,4

0,0

0,0

0,0

0,4

0,0

0,4

0,0

MS

Corumbá

Pantanais Sul Mato-grossense

0,5

0,0

12,7

0,0

0,5

12,7

0,0

12,2

MS

Campo Grande

Centro Norte de MS

872,4

0,0

0,0

506,1

872,4

506,1

366,3

0,0

MS

Três Lagoas

Leste de Mato Grosso do Sul

494,6

0,0

0,0

928,0

494,6

928,0

0,0

433,4

MS

Dourados

Sudoeste de MS

2.989,2

31,0

0,0

618,6

3.020,2

618,6

2.401,6

0,0

MT

Campo N. do Parecis

Norte Mato-grossense

4.644,5

0,0

0,0

0,0

4.644,5

0,0

4.644,5

0,0

MT

Sinop

Norte Mato-grossense

5.844,4

0,0

0,0

0,0

5.844,4

0,0

5.844,4

0,0

MT

Barra do Garças

Nordeste Mato-grossense

1.370,0

0,0

0,0

0,0

1.370,0

0,0

1.370,0

0,0

MT

Tangará da Serra

Sudoeste Mato-grossense

231,3

0,0

0,0

0,0

231,3

0,0

231,3

0,0

MT

Cuiabá

Centro-Sul Mato-grossense

663,4

0,0

47,2

1.739,1

663,4

1.786,3

0,0

1.122,9

MT

Rondonópolis

Sudeste Mato-grossense

3.680,9

0,0

0,0

2.984,4

3.680,9

2.984,4

696,5

0,0

PA

Santarém

Baixo Amazonas

83,2

0,0

1.093,4

0,0

83,2

1.093,4

0,0

1.010,2

PA

Belém

Metropolitana de Belém

1,6

0,0

0,0

0,0

1,6

0,0

1,6

0,0

PA

Marabá

Sudeste Paraense

107,1

0,0

0,0

0,0

107,1

0,0

107,1

0,0

PB

João Pessoa

Mata Paraibana

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

PE

Recife

Metropolitana de Recife

0,0

0,0

0,0

85,9

0,0

85,9

0,0

85,9

PI

Teresina

Centro-Norte Piauiense

0,3

0,0

0,0

0,0

0,3

0,0

0,3

0,0

PI

Floriano

Sudoeste Piauiense

781,2

0,0

0,0

528,2

781,2

528,2

253,0

0,0

PR

Paranavaí

Noroeste Paranaense

458,7

0,0

0,0

0,0

458,7

0,0

458,7

0,0

PR

Campo Mourão

Centro Ocidental Paranaense

1.672,9

0,0

0,0

686,4

1.672,9

686,4

986,5

0,0

PR

Londrina

Norte Central Paranaense

1.826,9

0,0

0,0

1.948,2

1.826,9

1.948,2

0,0

121,4

PR

Cornélio Procópio

Norte Pioneiro Paranaense

849,0

0,0

0,0

0,0

849,0

0,0

849,0

0,0

PR

Ponta Grossa

Centro Oriental Paranaense

1.188,0

0,0

0,0

1.921,8

1.188,0

1.921,8

0,0

733,8

PR

Cascavel

Oeste Paranaense

2.690,9

69,0

0,0

846,6

2.759,9

846,6

1.913,3

0,0

PR

Francisco Beltrão

Sudoeste Paranaense

1.013,9

0,0

0,0

228,9

1.013,9

228,9

785,0

0,0

PR

Guarapuava

Centro-Sul Paranaense

1.085,8

0,0

0,0

617,7

1.085,8

617,7

468,1

0,0

PR

Irati

Sudeste Paranaense

432,4

0,0

0,0

0,0

432,4

0,0

432,4

0,0

PR

Curitiba

Metropolitana de Curitiba

130,5

0,0

4.207,0

1.018,1

130,5

5.225,2

0,0

5.094,7

RJ

Rio de Janeiro

Metropol. do Rio de Janeiro

0,0

0,0

0,1

0,0

0,0

0,1

0,0

0,1

RN

Natal

Leste Potiguar

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

RO

Porto Velho

Madeira-Guaporé

297,2

0,0

0,0

0,0

297,2

0,0

297,2

0,0

RR

Boa Vista

Norte de Roraima

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

RS

Passo Fundo

Noroeste Rio-grandense

4.978,9

0,0

0,0

2.404,7

4.978,9

2.404,7

2.574,2

0,0

RS

Porto Alegre

Metropol.  de Porto Alegre

1.429,5

0,0

0,0

1.834,4

1.429,5

1.834,4

0,0

405,0

RS

Pelotas

Sudeste Rio-grandense

1.006,7

0,0

3.366,0

1.085,6

1.006,7

4.451,6

0,0

3.444,9

SC

Chapecó

Oeste Catarinense

499,1

0,0

0,0

393,8

499,1

393,8

105,3

0,0

SC

Florianópolis

Grande Florianópolis

403,8

0,0

2.286,3

472,4

403,8

2.758,6

0,0

2.354,8

SE

Aracaju

Leste Sergipano

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

SP

São José do Rio Preto

São José do Rio Preto

47,4

0,0

0,0

0,0

47,4

0,0

47,4

0,0

SP

Ribeirão Preto

Ribeirão Preto

423,2

0,0

0,0

2.001,1

423,2

2.001,1

0,0

1.577,8

SP

Araçatuba

Araçatuba

76,1

0,0

0,0

0,0

76,1

0,0

76,1

0,0

SP

Bauru

Bauru

53,6

0,0

0,0

0,0

53,6

0,0

53,6

0,0

SP

Araraquara

Araraquara

20,9

0,0

0,0

0,0

20,9

0,0

20,9

0,0

SP

Piracicaba

Piracicaba

6,9

0,0

0,0

0,0

6,9

0,0

6,9

0,0

SP

Campinas

Campinas

37,2

0,0

0,0

0,0

37,2

0,0

37,2

0,0

SP

Presidente Prudente

Presidente Prudente

80,1

0,0

0,0

883,5

80,1

883,5

0,0

803,4

SP

Marília

Marília

9,7

0,0

0,0

0,0

9,7

0,0

9,7

0,0

SP

Assis

Assis

435,2

0,0

0,0

414,2

435,2

414,2

21,0

0,0

SP

Itapetininga

Itapetininga

188,1

0,0

0,0

0,0

188,1

0,0

188,1

0,0

SP

Sorocaba

Macro Metropolitana Paulista

1,6

0,0

0,0

0,0

1,6

0,0

1,6

0,0

SP

São José dos Campos

Vale do Paraiba Paulista

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

SP

Registro

Litoral Sul Paulista

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

SP

São Paulo

Metropolitana de São Paulo

0,0

0,0

7.189,1

276,1

0,0

7.465,2

0,0

7.465,2

TO

Araguaína

Ocidental do Tocantins

306,0

0,0

0,0

0,0

306,0

0,0

306,0

0,0

TO

Palmas

Oriental do Tocantins

552,1

0,0

0,0

0,0

552,1

0,0

552,1

0,0

TOTAL

56.599,2

100,0

24.600,0

32.099,3

56.699,2

56.699,2

32.132,3

32.132,3

 

 

 

 

 


 

Importação

 

Produção

 

MERCADO DA SOJA - 2008

 

Exportação

 

Consumo Intermediário

 

 

 

 

 


 

Para melhor representação do mercado, essas 85 unidades territoriais foram reagrupadas obtendo-se com isso 30 novas unidades. O mercado referente às 30 unidades territoriais está contido na tabela e ilustrado na figura a seguir apresentados.

 

 

MERCADO BRASILEIRO DA SOJA

UNIDADES TERRITORIAIS: GRUPOS DE ESTADOS E DE MESORREGIÕES

2008

(Mil toneladas)

UF

PÓLO REGIONAL

MESORREGIÃO

PRODU-ÇÃO

IMPOR-TAÇÃO

EXPOR-TAÇÃO

PROCES-SAMENTO

OFERTA

DEMANDA

OFERTA EXCED.

DEMANDA EXCED.

AM

Manaus

Centro Amazonense

297,2

0,0

1.447,3

429,4

297,2

1.876,7

0,0

1.579,5

BA

Barreiras

Extremo Oeste Baiano

2.617,6

0,0

0,0

1.180,9

2.617,6

1.180,9

1.436,7

0,0

BA

Salvador

Metropol. de Salvador

3,4

0,0

760,0

85,9

3,4

845,9

0,0

842,4

ES

Vitória

Central Espírito-santo

0,0

0,0

2.424,7

0,0

0,0

2.424,7

0,0

2.424,7

GO

Goiânia

Centro Goiano

1.355,2

0,0

0,0

1.134,5

1.355,2

1.134,5

220,7

0,0

GO

Rio Verde

Sul Goiano

5.032,9

0,0

0,0

3.084,5

5.032,9

3.084,5

1.948,4

0,0

MA

São Luís

Norte Maranhense

99,1

0,0

1.766,4

0,0

99,1

1.766,4

0,0

1.667,3

MA

Imperatriz

Oeste Maranhense

27,3

0,0

0,0

429,4

27,3

429,4

0,0

402,2

MA

Balsas

Sul Maranhense

1.078,0

0,0

0,0

0,0

1.078,0

0,0

1.078,0

0,0

MG

Uberlândia

Triângulo Mineiro

2.419,3

0,0

0,0

1.417,1

2.419,3

1.417,1

1.002,3

0,0

MS

Campo Grande

Centro Norte de MS

1.367,5

0,0

12,7

1.434,0

1.367,5

1.446,7

0,0

79,2

MS

Dourados

Sudoeste de MS

2.989,2

31,0

0,0

618,6

3.020,2

618,6

2.401,6

0,0

MT

Campo N. Parecis

Norte Mato-grossense

4.644,5

0,0

0,0

0,0

4.644,5

0,0

4.644,5

0,0

MT

Sinop

Norte Mato-grossense

5.844,4

0,0

0,0

0,0

5.844,4

0,0

5.844,4

0,0

MT

Barra do Garças

Nordeste Mato-grossense

1.370,0

0,0

0,0

0,0

1.370,0

0,0

1.370,0

0,0

MT

Cuiabá

Centro-Sul Mato-grossense

4.575,6

0,0

47,2

4.723,5

4.575,6

4.770,7

0,0

195,0

PA

Santarém

Baixo Amazonas

83,2

0,0

1.093,4

0,0

83,2

1.093,4

0,0

1.010,2

PA

Marabá

Sudeste Paraense

108,7

0,0

0,0

0,0

108,7

0,0

108,7

0,0

PI

Teresina

Centro-Norte Piauiense

781,5

0,0

0,0

528,2

781,5

528,2

253,3

0,0

PR

Londrina

Norte Central Paranaense

4.807,4

0,0

0,0

2.634,6

4.807,4

2.634,6

2.172,8

0,0

PR

Cascavel

Oeste Paranaense

5.223,0

69,0

0,0

1.693,2

5.292,0

1.693,2

3.598,8

0,0

PR

Curitiba

Metropol. de Curitiba

1.318,5

0,0

4.207,0

2.940,0

1.318,5

7.147,0

0,0

5.828,5

RS

Porto Alegre

Metropol. de Porto Alegre

5.333,3

0,0

0,0

3.517,3

5.333,3

3.517,3

1.816,0

0,0

RS

Pelotas

Sudeste Rio-grandense

2.081,8

0,0

3.366,0

1.807,4

2.081,8

5.173,4

0,0

3.091,7

SC

Florianópolis

Grande Florianópolis

902,8

0,0

2.286,3

866,1

902,8

3.152,4

0,0

2.249,6

SP

Ribeirão Preto

Ribeirão Preto

491,5

0,0

0,0

2.001,1

491,5

2.001,1

0,0

1.509,6

SP

Bauru

Bauru

654,7

0,0

0,0

1.297,7

654,7

1.297,7

0,0

643,0

SP

São Paulo

Metropol. de São Paulo

233,7

0,0

7.189,1

276,1

233,7

7.465,2

0,0

7.231,5

TO

Araguaína

Ocidental do Tocantins

306,0

0,0

0,0

0,0

306,0

0,0

306,0

0,0

TO

Palmas

Oriental do Tocantins

552,1

0,0

0,0

0,0

552,1

0,0

552,1

0,0

TOTAL

56.599,2

100,0

24.600,0

32.099,3

56.699,2

56.699,3

28.754,3

28.754,3

 

 

 

 


Exportação

 

Consumo Intermediário

 

Importação

 

Produção

 

MERCADO DA SOJA - 2008

 

 

 

 

 


As quantidades totais excedentes ofertadas e demandadas referentes ao mercado brasileiro foram distribuídas pelas 30 unidades territoriais segundo critérios de otimização de mínimo custo total de todos os seus deslocamentos, com base nos custos de transporte entre todos os pares origem-destino envolvidos.

Outras condições estabelecidas para a estimativa da distribuição, foram:

           Soma das quantidades com origem em cada unidade territorial e destino para todas as demais unidade territorial igual à oferta total nessa origem.

           Soma das quantidades com destino em cada unidade territorial e origem em todas as demais unidades territoriais igual à demanda total nesse destino.

           Soma das exportações, para cada porto, com origem nas unidades territoriais de cada estado igual as exportações desse estado pelo referido porto, conforme divulgação do Secex.

A distribuição das quantidades excedentes ofertadas das unidades territoriais nas origens e demandadas nos destinos para a Soja está apresentada na tabela e ilustrada na figura a seguir apresentadas.

 

 

 


Distribuição da Soja entre Origens e Destinos

2008

 

(Mil toneladas)

Destino

AM

BA

ES

MA

MA

MS

MT

PA

PR

RS

SC

SP

SP

SP

TOTAL

Origem

Manaus

Salvador

Vitória

São Luís

Imperatriz

Campo Grande

Cuiabá

Santarém

Curitiba

Pelotas

Florianó-polis

Ribeirão Preto

Bauru

S.Paulo e Santos

BA

Barreiras

0,0

697,1

292,2

2,4

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

445,1

1.436,7

GO

Goiânia

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

220,7

220,7

GO

Rio Verde

0,0

0,0

879,1

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

13,3

0,0

0,0

0,0

0,0

1.056,0

1.948,4

MA

Balsas

0,0

0,0

0,0

873,1

205,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

1.078,0

MG

Uberlândia

0,0

0,0

223,3

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

286,5

0,0

492,5

1.002,3

MS

Dourados

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

12,7

0,0

0,0

1.681,2

0,0

67,0

0,0

0,0

640,8

2.401,6

MT

Campo N. Parecis

1.579,5

53,0

1.030,2

0,0

0,0

66,6

195,0

0,0

884,9

0,0

0,0

0,0

585,2

250,2

4.644,6

MT

Sinop

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

959,7

0,0

0,0

947,8

0,0

0,0

3.936,9

5.844,3

MT

Barra do Garças

0,0

0,0

0,0

89,1

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

1.223,1

57,8

0,0

1.370,0

PA

Marabá

0,0

0,0

0,0

51,4

6,7

0,0

0,0

50,6

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

108,7

PI

Teresina

0,0

85,8

0,0

134,4

33,1

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

253,3

PR

Londrina

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

967,3

0,0

1.193,4

0,0

0,0

12,0

2.172,7

PR

Cascavel

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

2.238,6

1.360,2

0,0

0,0

0,0

0,0

3.598,8

RS

Porto Alegre

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

43,2

1.731,5

41,4

0,0

0,0

0,0

1.816,1

TO

Araguaína

0,0

0,0

0,0

306,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

306,0

TO

Palmas

0,0

6,6

0,0

211,0

157,3

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

177,2

552,1

 

 TOTAL

1.579,5

842,4

2.424,7

1.667,3

402,2

79,2

195,0

1.010,2

5.828,4

3.091,7

2.249,5

1.509,6

643,0

7.231,4

28.754,3

 

 

 

 

 


 

Demanda

 

Oferta

 

EXCEDENTES DA SOJA - 2008

 

 


 

3.10.4  Área de Influência do Porto de Santos

 

De acordo com a distribuição estimada segundo o critério acima apresentado, a área de influência do Porto de Santos para a Soja em grãos, é composta pelas unidades territoriais de origem que apresentam fluxos significativos dessa mercadoria para a unidade territorial “S. Paulo e Santos”, que é a última coluna da tabela. Assim essa área fica representada pelas regiões e respectivos pólos regionais:

Estado de São Paulo

Centro Goiano / Goiânia - GO

Sul Goiano / Rio Verde - GO

Triângulo Mineiro / Uberlândia - MG

Sudoeste de Mato Grosso do Sul / Dourados - MS

Noroeste Matogrossense / Campo Novo dos Parecis - MT

Centro Norte Matogrossense / Sinop – MT