ÁREA DE INFLUÊNCIA DO PORTO
DE SANTOS
MERCADO DA SOJA
3.1 Evolução
da estadual produção da soja
3.2 Evolução
da Produtividade da Soja
3.3 Projeção
de Crescimento da Produção de Soja no Brasil
3.4 Capacidade
instalada de Processamento da Soja
3.5 Destinação
da Soja em Grão
3.6 Projeção
das Exportações do Complexo Soja por Porto
3.7 Destinação
do Farelo de Soja
3.8 Exportação
de Farelo de Soja
3.9 Destinação
do Óleo de Soja
3.10 Distribuição
das Mercadorias entre Origem e Destino.
3.10.3 Distribuição
espacial do mercado
3.10.4 Área
de Influência do Porto de Santos
Este relatório contém a análise do mercado do porto de Santos das mercadorias, a granel de origem vegetal, exportadas através desse porto: grãos, farelos e óleo de soja.
Nele é abordado tanto o mercado interno brasileiro como o mercado internacional das mercadorias que compõem o complexo da soja.
A produção mundial de soja na safra 2004/05, conforme dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), foi de 231 milhões de toneladas, contra 117 milhões da safra 1993/94 (138 em 1994/1995), com um crescimento médio perto de 6% ao ano.
A produção de soja representa cerca de 59% da produção de todas as plantas oleaginosas cultivadas no mundo (Soja, Palma, Algodão, Colza, Amendoim, Girassol).
O farelo de soja, alcançou na safra 2004/05 uma produção mundial de 142 milhões de toneladas, contra 87 milhões na safra 1994/95, com um crescimento médio perto de 4% ao ano.
Quanto ao óleo de soja, o consumo mundial para o ano 2005 foi de 33 milhões de toneladas, contra 15,9 milhões em 1991, significando um crescimento médio de 4% ao ano.
A produção, tanto de grãos como de derivados, tem apresentado crescimentos sucessivos, sendo que os grãos experimentaram oscilações maiores em algumas safras, especialmente as de 1995, 1997 e 2003, enquanto a produção de farelo e óleo mostrou um crescimento estável.
Os Estados Unidos, maiores produtores dessa oleaginosa, em 2005 respondiam por aproximadamente por 37% de sua produção mundial, embora já tenham contribuído com a metade no início da década de 90. Esse fato reforça a tendência declinante da produção norte-americana, verificada ao longo das décadas de 80 e 90 que cresceu apenas 3% ao ano no período 1993 a 2005. Ganharam posição nessa participação o Brasil, de 20% para 28%, e a Argentina, de 9% para 17%, com taxas de crescimento anual de 9% e 11% respectivamente, enquanto a China com crescimento de 4% ao ano, teve sua participação levemente reduzida de 9,4% para 7,8%.
Os Estados Unidos são também os maiores consumidores de soja, processando 25% do processamento mundial, seguidos do Brasil com 18%, Argentina com 16% e China com 14%, os quais apresentaram crescimento anual de 2%, 6%, 11% e 17% respectivamente no processamento.
Em contra-partida, o seu consumo doméstico de farelos e óleo apresentam crescimento médio da ordem de 3% e 3,3%, respectivamente. Mantendo-se essa tendência, os Estados Unidos participarão cada vez menos do comércio mundial. E nesse sentido contribuirá a crescente pressão para o fim dos subsídios agrícolas, patrocinada também pelos Estados Unidos, que subsidia pesadamente a sua produção agrícola.
Produção de Soja
|
Pais |
1993 |
2005 |
Taxa de Crescimento Anual |
||
|
Milhões de Toneladas |
Participação (%) |
Milhões de Toneladas |
Participação (%) |
||
|
EUA |
60 |
51% |
86 |
37% |
3% |
|
Brasil |
23 |
20% |
65 |
28% |
9% |
|
Argentina |
11 |
9% |
39 |
17% |
11% |
|
China |
11 |
9% |
18 |
8% |
4% |
|
Mundo |
117 |
100% |
231 |
100% |
6% |
Processamento de Soja e Produção de Farelo de Soja
|
Pais |
1993 |
2005 |
Taxa de Crescimento Anual |
|
|
Milhões de Toneladas |
Milhões de Toneladas |
Participação (%) |
||
|
Processamento de Soja |
||||
|
EUA |
35 |
45 |
25% |
2% |
|
Brasil |
16 |
33 |
18% |
6% |
|
Argentina |
8 |
28 |
16% |
11% |
|
China |
4 |
26 |
15% |
17% |
|
Mundo |
|
179 |
100% |
|
|
Produção de Farelo de Soja |
||||
|
Mundo |
87 |
142 |
|
4% |
No complexo soja (grãos, farelos e óleo) as exportações desses produtos representam 57% da produção mundial.
O comércio internacional (importações) de grãos de soja, em 2005, girava em torno de 62 milhões de toneladas, 27% da produção, cujos principais fornecedores são os Estados Unidos com 27 milhões de toneladas, significando 44% do total exportado, embora venha apresentando crescimento anual pequeno de apenas 2% no período 1993-2005, seguido do Brasil que exportou naquele ano 22 milhões de toneladas, tendo sua participação evoluído de 16% em 1995 para 35% do total das exportações mundiais em 2005, com crescimento significativo de 15% anuais no período citado, aparecendo em seguida a Argentina que exportou 8 milhões de toneladas, representando 13% de participação, e que apresenta taxas médias de crescimento anual de 10%. Destaque deve ser dado às crescentes exportações brasileiras, que em 2008 exportou 24,6 milhões de toneladas se aproximando àquelas dos EUA.
O comércio internacional (importações) do farelo de soja, em 2005, atingiu a cifra de 48 milhões de toneladas, das quais a Argentina se constituí no maior exportador, contribuindo com 42% seguidos do Brasil, com 35%, que participou com 32% na safra 1994-1995, e EUA, com 10%. O crescimento médio anual das exportações mundiais no período 1993-2005 também se mantém nesta ordem, com respectivamente 10%, 6% e notadamente decréscimo de 1% para os EUA.
No caso do óleo de soja em 2005, das importações mundiais de 9,3 milhões de toneladas, a Argentina também se mostra na primeira posição como exportador participando com 49%, seguido do Brasil com 33% (na safra 1994-1995 era de 28%), União Européia com 8% e EUA com 6%.
A redução da participação norte-americana nas exportações de soja e, principalmente de farelo de soja vêm sendo compensadas pelos demais países exportadores. Dentre esses países, destaca-se o Brasil, que respondeu com 35% das exportações mundiais de grãos e também de farelos e 33% das exportações de óleo na safra 2004-2005.
Considerando a elevada competitividade do complexo soja no mercado mundial de farelos e óleos vegetais, o futuro volume das exportações brasileiras dependerá dos seus excedentes.
Nesse sentido, é importante lembrar a grande disponibilidade de terras com aptidão agrícola no Brasil e as perspectivas brasileiras de aumento de sua produtividade e redução de custos, sem a necessidade subsídios, que o coloca como forte competidor mundial em relação aos Estados Unidos. Um dos fatores que tem influência sobre os custos de produção é o preço da terra nas regiões de maior produção que, conforme informações de Abiove/USDA/ICONE, em 2004 eram de US$2300/acre nos EUA, enquanto no Brasil atingiam US$1200/acre.
Exportação do Complexo Soja
|
Pais |
1993 |
2005 |
Taxa de Crescimento Anual |
|
|
Milhões de Toneladas |
Milhões de Toneladas |
Participação (%) |
||
|
Soja em grãos |
||||
|
EUA |
21 |
27 |
44% |
2% |
|
Brasil |
4 |
22 |
35% |
15% |
|
Argentina |
2 |
8 |
13% |
10% |
|
Mundo |
|
62 |
|
|
|
Farelo de Soja |
||||
|
EUA |
6 |
5 |
10% |
-1% |
|
Brasil |
8 |
17 |
35% |
6% |
|
Argentina |
7 |
20 |
42% |
10% |
|
Mundo |
|
48 |
|
|
|
Óleo de Soja |
||||
|
EUA |
0,6 |
0,6 |
6% |
-1% |
|
Brasil |
0,7 |
3,1 |
33% |
13% |
|
Argentina |
1,5 |
4,6 |
49% |
10% |
|
União Europeia |
1,1 |
0,7 |
8% |
-4% |
|
Mundo |
|
9,3 |
|
|
A China e a União Européia se constituem nos principais importadores mundiais do complexo soja.
Referente a safra 2004-2005, dos 62 milhões de toneladas importadas mundialmente de grãos de soja, as compras da China representaram 35%, enquanto as da União Européia foram de 26% e do Japão de 8%.
A China, embora seja um grande produtor de soja, apresenta crescimento na sua produção (4% ao ano) bastante inferior ao crescimento do processamento dessa oleaginosa (17% ao ano), fato que permite prever para os próximos anos, o crescimento de suas importações de grãos para suprir suas indústrias. Dos 22 milhões de toneladas importadas por esse pais na safra 2004-2005, grande parte foi importada do Brasil, pois essas importações cresceram de 1,8 milhões de toneladas em 2000 para 11,8 milhões de toneladas em 2008, correspondendo a 48% das exportações brasileiras nesse último ano, o que representa um crescimento médio anual de 27% nesse período.
Na importação do farelo de soja o destaque é da União Européia que concentra 52% das compras internacionais, de 48 milhões de toneladas, enquanto Filipinas e Egito compram apenas 2% cada um.
No comércio mundial do óleo de soja, a China importa 26% dos 9,3 milhões de toneladas das importações mundiais, aparecendo também a Índia e Irã com 12% e 10%, respectivamente.
Importações Mundiais do Complexo Soja - Safra 2004-2005
|
Pais |
Soja |
Farelo de Soja |
Óleo de Soja |
|||
|
Milhões de Toneladas |
Participação (%) |
Milhões de Toneladas |
Participação (%) |
Milhões de Toneladas |
Participação (%) |
|
|
China |
22 |
35% |
|
|
2,4 |
26% |
|
União Europeia |
16 |
26% |
25 |
52% |
|
|
|
Japão |
5 |
8% |
|
|
|
|
|
Filipinas |
|
|
1 |
2% |
|
|
|
Egito |
|
|
1 |
2% |
|
|
|
Índia |
|
|
|
|
1,1 |
12% |
|
Irã |
|
|
|
|
0,9 |
10% |
|
Outros |
19 |
31% |
21 |
44% |
5 |
53% |
|
Mundo |
62 |
100% |
48 |
100% |
9,3 |
100% |
De importância para o conhecimento do mercado mundial de plantas oleaginosas, da qual a soja faz parte, estão os consumos finais das populações dos diversos paises do mundo, das carnes de bovinos, de suínos e de aves, além do óleo de soja, pois essas oleaginosas são matérias prima para sua produção.
O consumo mundial per capta do óleo de soja, em 2003, era de 5 kg/hab, enquanto dos óleos vegetais era de 16 kg/hab. O maior consumo per capta pertence aos EUA, com respectivamente 26 kg/hab e 36 kg/hab. Na União Europeia o consumo per capta dos óleos vegetais ultrapassa aos dos EUA, com 40 kg/hab, porém o do óleo de soja era de apenas 6 kg/hab. No Brasil o consumo de óleo vegetal, 20 kg/hab, era quase que totalmente procedente da soja, 17 kg/hab. O consumo de cada pais fica, portanto, determinado pela sua população, conforme apresentado na tabela abaixo, com as populações estimadas para 2005 e 2008.
Consumo de Óleos Vegetais
|
Pais |
2003 |
2005 |
2008 |
|||||
|
Consumo per capta (Kg/hab/ano) |
População |
Consumo de Óleo de Soja |
População |
Consumo de Óleo de Soja |
População |
Consumo de Óleo de Soja |
||
|
Óleos Vegetais |
Óleo de Soja |
Milhões Habitantes |
(Mil Ton.) |
Milhões Habitantes |
(Mil Ton.) |
Milhões Habitantes |
(Mil Ton.) |
|
|
União Europeia |
40 |
6 |
380 |
2.280 |
382 |
2.289 |
384 |
2.303 |
|
USA |
36 |
26 |
294 |
7.644 |
295 |
7.675 |
297 |
7.721 |
|
Japão |
20 |
6 |
127 |
762 |
128 |
765 |
128 |
770 |
|
Brasil |
20 |
17 |
178 |
3.026 |
183 |
3.111 |
191 |
3.244 |
|
Índia |
10 |
2 |
1.065 |
2.130 |
1.095 |
2.190 |
1.142 |
2.283 |
|
China |
14 |
5 |
1.282 |
6.410 |
1.318 |
6.591 |
1.374 |
6.871 |
|
Mundo |
16 |
5 |
6.301 |
31.505 |
6.440 |
32.202 |
6.655 |
33.276 |
Fonte:
Abiove / Oil World
O consumo mundial de carnes vem crescendo além do aumento da população mundial, pois seu consumo anual per capta evoluiu de 24 kg/hab em 1965 para 35 kg/hab em 1995 e para 38 kg/hab em 2005, mostrando porém uma desaceleração do primeiro para o segundo período citados. Na última década o consumo de carnes aumentou em 0,8% acima do crescimento populacional. Nos paises desenvolvidos cada pessoa consome por ano, em média, 91 kg de carnes de todos os tipos, enquanto que nos paises em desenvolvimento esse consumo cai para 28 kg, no entanto nesses últimos o crescimento se dá com maior aceleração, 2% ao ano, contra 0,6% nos primeiros.
Esse crescimento, porém, tem acontecido apenas para aquelas carnes de origem suína e de aves, cujos consumos per capta aumentaram anualmente em média 1,4% e 1,8%, respectivamente, atingindo em 2005 as de origem suína 15 kg/hab/ano e a de aves 12 kg/hab/ano, ultrapassando as de origem bovina que permaneceu com 10 kg/hab/ano.
Consumo Anual Mundial Per Capta de Carnes
|
Descrição |
(Kg/hab/ano) |
Taxa de Crescimento (% aa) |
||||
|
1965 |
1995 |
2005 |
1965-2005 |
1995-2005 |
||
|
Animal de Origem |
Bovinos |
10 |
10 |
10 |
0,0% |
0,0% |
|
Ovinos/caprinos |
2 |
2 |
2 |
0,0% |
0,0% |
|
|
Suinos |
9 |
13 |
15 |
1,3% |
1,4% |
|
|
Aves |
3 |
10 |
12 |
3,5% |
1,8% |
|
|
Total de Carnes |
Mundo |
24 |
35 |
38 |
1,2% |
0,8% |
|
Paises em
Desenvolvimento |
10 |
23 |
28 |
2,6% |
2,0% |
|
|
Paises
Desenvolvidos |
62 |
86 |
91 |
1,0% |
0,6% |
|
Fonte: Abiove / FAO
A soja tem significativa importância no panorama agrícola nacional, sendo responsável por aproximadamente 40% da produção de grãos do país.
Em 2009, foram produzidas 57,0 milhões de toneladas, sendo o estado do Mato Grosso o maior produtor, participando com 31,5% desse total, seguido pelo Paraná, com 16,6%.
No país, entre 1995 e 2009, a produção desse grão agrícola teve crescimento de 5,9% ao ano, destacando-se entre os grandes produtores, os estados de Mato Grosso com 8,8% ao ano e Goiás com 8,3%.
Produção Estadual de Soja
(Mil Toneladas)
|
ESTADO |
1995 |
2000 |
2009 |
Participação (%) |
Taxa de Crescimento (%aa) |
||
|
1995 |
2009 |
1995/2009 |
2000/2009 |
||||
|
Mato Grosso |
5.491 |
8.774 |
17.962 |
21,4% |
31,5% |
8,8% |
8,3% |
|
Paraná |
5.694 |
7.188 |
9.492 |
22,2% |
16,6% |
3,7% |
3,1% |
|
Rio Grande do Sul |
5.848 |
4.784 |
7.913 |
22,8% |
13,9% |
2,2% |
5,8% |
|
Goiás |
2.147 |
4.093 |
6.809 |
8,4% |
11,9% |
8,3% |
5,6% |
|
Mato Grosso do Sul |
2.284 |
2.486 |
4.046 |
8,9% |
7,1% |
4,2% |
5,6% |
|
Minas Gerais |
1.200 |
1.439 |
2.751 |
4,7% |
4,8% |
6,1% |
7,5% |
|
Bahia |
1.073 |
1.508 |
2.418 |
4,2% |
4,2% |
6,0% |
5,4% |
|
São Paulo |
1.186 |
1.190 |
1.306 |
4,6% |
2,3% |
0,7% |
1,0% |
|
Maranhão |
162 |
455 |
976 |
0,6% |
1,7% |
13,7% |
8,9% |
|
Santa Catarina |
444 |
525 |
994 |
1,7% |
1,7% |
5,9% |
7,4% |
|
Tocantins |
36 |
144 |
867 |
0,1% |
1,5% |
25,4% |
22,0% |
|
Piauí |
20 |
101 |
781 |
0,1% |
1,4% |
29,8% |
25,5% |
|
Brasil |
25.685 |
32.823 |
57.037 |
100,0% |
100,0% |
5,9% |
6,3% |
O Gráfico a seguir mostra a evolução da produção de soja nos estados brasileiros.

A produtividade média da cultura agrícola da soja no Brasil entre 2001 e 2004 nos estados mais representativos e produtivos alcançou valores superiores a 2,6 t/ha, com destaque para os estados de Mato Grosso (2,95 t/ha), Paraná (2,88 t/ha) e Goiás (2,68 t/ha). Desses, o maior crescimento se deu no estado de Goiás, onde a média de 1995/1998 era de 2,25 t/ha.
Nos estados onde a produção desse grão é mais recente deve ser mencionado o crescimento da produtividade conseguida entre os anos de 2001 a 2004. No estado do Pará, evoluiu de 0,92 para 2,69 t/ha No estado do Maranhão, evoluiu de 2,0 para 2,43 t/ha e do Tocantins, de 1,8 para 2,4 t/ha, nesse período.
Cabe aqui destacar a produtividade elevada do Estado de Mato Grosso, a sua tendência levemente crescente e, principalmente a oscilação praticamente inexistente, quando comparada com a produtividade dos demais estados, principalmente os estados do Nordeste, cuja oscilação se deve, em grande parte, ao fato de suas regiões estarem próximas ao Polígono das Secas, apresentando maior irregularidade climática. A questão da regularidade climática é de grande importância para as zonas de produção mais distantes, onde o produtor, com menor margem - decorrente do maior custo de escoamento da produção - não suporta elevadas perdas de produção.
No Gráfico 3 está apresentada a evolução estadual da produtividade.
Produtividade Estadual da Cultura da Soja
(Toneladas/ha)
|
Estado |
Média do Período |
|
|
1995/1998 |
2001/2004 |
|
|
Mato Grosso |
2,605 |
2,950 |
|
Paraná |
2,604 |
2,877 |
|
Pará |
0,919 |
2,693 |
|
Goiás |
2,251 |
2,682 |
|
Maranhão |
2,003 |
2,428 |
|
Tocantins |
1,822 |
2,402 |
|
Bahia |
2,065 |
2,145 |
|
Piauí |
1,980 |
2,043 |
|
Rio Grande do Sul |
1,814 |
2,022 |
A produção de soja no Brasil, como já exposto, vem apresentando altas taxas de crescimento.
Admitindo a continuidade dessa tendência, foi aqui projetada a produção para os próximos 15 anos para cada estado.
Essa projeção foi realizada com a utilização do método econométrico da regressão linear sobre a série histórica dos últimos 15 anos, o qual tem a vantagem de considerar o peso de todos os dados da série, reduzindo a influência de variações pontuais, que podem trazer maiores distorções na projeção.
Dessa projeção, mostrada no Gráfico mostrado a seguir, resultou que o Brasil estará produzindo 90 milhões de toneladas em 2019, com os estados de maior participação Mato Grosso, Paraná e Goiás, contribuindo com 32%, 17%, 12,6%, respectivamente.

Segundo informações da ABIOVE, a capacidade industrial instalada de processamento de soja no Brasil era, em 2008, de 155 mil t/dia, incluindo aí 3,1 mil t/dia de empresas que se encontravam paradas ou desativadas. Essa capacidade, em 2001, era de 108 mil t/dia.
Nas regiões Sul e Sudeste está instalada 57,5% dessa capacidade, perdendo a posição que tinha em 2001, de 69,6%.
No Centro-Oeste, a capacidade instalada nesse período evoluiu de 24,8% para 34,5% da capacidade nacional e nas regiões Norte e Nordeste, de 5,6% para 8%.
No estado do Paraná está o maior parque industrial de processamento de oleaginosas do pais, com 22,6% da capacidade de processamento, porém perdendo posição e com baixo crescimento. Em seguida aparece o estado do Mato Grosso que detém 16% capacidade de processamento, ganhando posição em relação a 2001, quando detinha 10%, e crescendo com elevadas taxas médias anuais de 12,6%. Goiás também se enquadra nesse ritmo de crescimento.
Capacidade Estadual de Processamento de Soja
|
Estado |
Toneladas/dia |
Participação (%) |
Taxa de Crescimento |
||
|
2001 |
2008 |
2001 |
2008 |
(% aa) |
|
|
Paraná |
31.500 |
35.150 |
29,2% |
22,6% |
1,6% |
|
Mato Grosso |
10.820 |
24.800 |
10,0% |
16,0% |
12,6% |
|
Rio Grande do Sul |
19.000 |
25.800 |
17,6% |
16,6% |
4,5% |
|
Goiás |
8.660 |
19.250 |
8,0% |
12,4% |
12,1% |
|
São Paulo |
14.700 |
17.780 |
13,6% |
11,4% |
2,8% |
|
Mato Grosso do Sul |
7.330 |
9.575 |
6,8% |
6,2% |
3,9% |
|
Minas Gerais |
5.750 |
6.600 |
5,3% |
4,2% |
2,0% |
|
Bahia |
5.200 |
5.530 |
4,8% |
3,6% |
0,9% |
|
Santa Catarina |
4.130 |
4.034 |
3,8% |
2,6% |
-0,3% |
|
Piauí |
260 |
2.530 |
0,2% |
1,6% |
38,4% |
|
Amazonas |
|
2.000 |
0,0% |
1,3% |
|
|
Maranhão |
|
2.000 |
0,0% |
1,3% |
|
|
Pernambuco |
400 |
400 |
0,4% |
0,3% |
0,0% |
|
Ceará |
200 |
|
0,2% |
0,0% |
|
|
TOTAL |
107.950 |
155.449 |
100,0% |
100,0% |
5,3% |
Fonte:
Abiove
Descontada a parcela utilizada como semente, a soja brasileira é destinada ao mercado interno, em sua quase totalidade, para processamento em unidades industriais para produção de farelo, óleo e seus derivados e ao mercado externo.
No ano de 2008 foram processadas 32,1 milhões de toneladas de grãos de soja, ante 21,6 milhões de toneladas em 2000, que significa um crescimento de 5,1% ao ano no período.
O parque industrial instalado dessas industrias determina o consumo desse grão para esmagamento e, portanto, o excedente para exportação.
No ano de 2009 (ano comercial de 2008/2009), o Brasil exportou 28,5 milhões de toneladas de soja em grãos, apresentando crescimento expressivo nos últimos anos, pois essa quantidade foi de 3,65 milhões de toneladas em 1996 e 11,5 milhões de toneladas em 2000, representado por taxa anual de 33,3% nesse período e 10,6% entre 2000 e 2009.
Os embarques para o mercado externo em 2008 se deram principalmente através de quatro portos, por onde saíram 73% das exportações. Pelo porto de Santos foram embarcadas 30,4% das exportações do País, por Paranaguá, 16,9%, por Rio Grande, 16,3% e por Vitória, 9,8%.
Destaque deve ser dado ao porto de Paranaguá que
praticamente não apresentou crescimento de exportações desse grão entre 2000 e
2009, e para os elevados crescimentos de São Francisco do Sul, Vitória, São
Luís, Santos e Rio Grande, com crescimento acima de 12% anuais, no período.
Exportação de Soja - Porto
(Mil Toneladas)
|
PORTO |
2000 |
2009 |
Participação (%) |
Taxa de Crescimento (%aa) |
|
|
2000 |
2009 |
||||
|
Santos |
2.969 |
8.668 |
25,8% |
30,4% |
12,6% |
|
Paranaguá |
4.493 |
4.813 |
39,0% |
16,9% |
0,8% |
|
Rio Grande |
1.402 |
4.656 |
12,2% |
16,3% |
14,3% |
|
Vitória |
637 |
2.806 |
5,5% |
9,8% |
17,9% |
|
São Francisco do
Sul |
263 |
2.122 |
2,3% |
7,4% |
26,1% |
|
São Luis |
559 |
1.751 |
4,9% |
6,1% |
13,5% |
|
Manaus - Porto |
905 |
1.508 |
7,9% |
5,3% |
5,8% |
|
Santarém |
0 |
933 |
0,0% |
3,3% |
- |
|
Salvador |
0 |
1.117 |
0,0% |
3,9% |
- |
|
Ilheus |
109 |
150 |
0,9% |
0,5% |
3,6% |
|
TOTAL |
11.517 |
28.548 |
100,0% |
100,0% |
10,6% |
Informações obtidas do Sistema Alice do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio, apontam que as exportações ocorridas em 2008 pelo porto de Santos têm origem, principalmente, nas áreas de produção do estados de Mato Grosso e Goiás, que respondem por 78% dessas exportações.
Estados de Origens das Exportações pelo Porto de Santos
2008
|
ESTADO |
TONELADAS |
|
Bahia |
43.530 |
|
Goiás |
1.383.628 |
|
Minas Gerais |
147.302 |
|
Mato Grosso do Sul |
640.751 |
|
Mato Grosso |
4.187.164 |
|
Paraná |
12.011 |
|
São Paulo |
743.300 |
|
TOTAL |
7.157.687 |
Fonte:
Alice/SECEX

Observa-se no gráfico a relação das exportações do porto de Santos e Rio Grande. Nos ano 2005 e 2007 esses portos apresentaram quantidades exportadas opostas, enquanto o primeiro cresceu o outro decresceu e vice-versa. Em 2005 houve quebra de produção no Rio Grande do Sul, e portanto gerando pequenos excedentes para exportação, enquanto que em 2007 a produção desse estado foi superior aos demais anos gerando grandes excedentes para exportação. Com custos de transporte, entre as regiões produtoras e o porto, relativamente pequenos, a exportação pelo porto de Rio Grande foi favorecida.
Os principais países de destino da soja em grãos exportada pelo Brasil, em 2008, foram aqueles do Leste da Ásia (regiões oriental, meridional e central), que receberam 59% do total exportado, do Norte da Europa e do Sul da Europa, que receberam 19% cada um. Somente a China comprou do Brasil 11,8 milhões de toneladas naquele ano contra 1,8 milhões de toneladas em 2000, refletindo um enorme crescimento de 26,7% anuais. Os paises da Europa não tiveram o mesmo crescimento no período, perdendo posição em decorrência disso.
Exportação de Soja por Pais
|
Região de Destino |
2000 |
2008 |
Taxa de Crescimento |
||
|
(Mil Ton.) |
% |
(Mil Ton.) |
% |
(% aa) |
|
|
China |
1.783,6 |
15,5% |
11.823,6 |
48,3% |
26,7% |
|
Europa Meridional |
2.176,8 |
18,9% |
4.780,5 |
19,5% |
10,3% |
|
Europa
Setentrional |
5.740,6 |
49,9% |
4.707,3 |
19,2% |
-2,5% |
|
Ásia Oriental |
754,7 |
6,6% |
1.206,3 |
4,9% |
6,0% |
|
Ásia Meridional |
105,2 |
0,9% |
1.157,9 |
4,7% |
35,0% |
|
Ásia Central |
54,4 |
0,5% |
242,8 |
1,0% |
20,6% |
|
África
Setentrional |
70,5 |
0,6% |
182,8 |
0,7% |
12,6% |
|
Oriente Médio |
348,7 |
3,0% |
181,9 |
0,7% |
-7,8% |
|
Austrália |
0,0 |
0,0% |
94,8 |
0,4% |
|
|
América Meridional |
196,0 |
1,7% |
57,4 |
0,2% |
-14,2% |
|
América Central |
273,8 |
2,4% |
53,8 |
0,2% |
-18,4% |
|
América
Setentrional |
2,3 |
0,0% |
3,3 |
0,0% |
4,8% |
|
Total |
11.506,8 |
100,0% |
24.492,6 |
100,0% |
9,9% |
Fonte:
SECEX
Conforme ilustrado no Gráfico a seguir apresentado, a tendência de exportação brasileira de soja em grãos aponta que o porto de Santos, com taxa anual de crescimento de 11,6% no período de 2000 a 2008, estaria exportando 10,7 milhões de toneladas, em 2018, ficando com 25% da exportação brasileira dessa mercadoria.
A tendência de exportação de soja indica situação diversa para o porto de Paranaguá, com decréscimo na exportação de 0,9% anuais naquele período, estaria em 2018 exportando apenas 3,7 milhões de toneladas. Na faixa de 14% de participação estariam os portos de Rio Grande, São Francisco do Sul e Vitória.

O Brasil produziu 24,5 milhões de toneladas de farelo em 2008, proveniente do processamento de 32,1 milhões de toneladas de grãos de soja. Em 2000 foram produzidas 16,8 milhões de toneladas. No período de 2000 a 2008, esse produto apresentou uma produção crescente de 4,8% ao ano.
Seu consumo interno foi de 11,7 milhões de toneladas em 2008 e cresceu desde 2000 com taxas anuais de 6,5%. Em 2008, foram exportadas 12,8 milhões de toneladas, crescendo 3,4% ao ano em relação a 2000.
Farelo de Soja
(Mil Toneladas)
|
Descrição |
2000 |
2008 |
Taxa de Crescimento (% aa) |
|
Processamento de
grãos |
21.578 |
32.100 |
5,1% |
|
Produção de Farelo |
16.831 |
24.500 |
4,8% |
|
Consumo Interno |
7.066 |
11.700 |
6,5% |
|
Exportação |
9.861 |
12.900 |
3,4% |
O sistema ALICE do MDIC mostra que das exportações brasileiras de farelo de soja,em 2008, 38,5% foram embarcadas no porto de Paranaguá, 24% no porto de Santos e 16% no porto de Rio Grande, constituindo-se esses três portos nos principais exportadores.
Destaque para o porto de Santos, que ganhou participação, pois em 2000 era de 15%, conseqüência de um crescimento anual de 10%, e para o porto de Paranaguá, que teve sua participação reduzida, já que em 2000 respondia por 41% das exportações brasileiras desse produto.
Exportação de Farelo de Soja
|
PORTO |
(Mil Toneladas) |
Participação (%) |
Taxa de Crescimento |
||
|
2000 |
2009 |
2000 |
2009 |
(% aa) |
|
|
Paranaguá |
3.851 |
4.822 |
41,1% |
39,4% |
2,5% |
|
Santos |
1.371 |
2.595 |
14,6% |
21,2% |
7,3% |
|
Rio Grande |
1.147 |
1.773 |
12,2% |
14,5% |
5,0% |
|
Vitória |
1.237 |
1.166 |
13,2% |
9,5% |
-0,6% |
|
Salvador+Ilheus |
451 |
831 |
4,8% |
6,8% |
7,0% |
|
Manaus |
0 |
458 |
0,0% |
3,7% |
|
|
São Francisco do
Sul |
1.239 |
488 |
13,2% |
4,0% |
-9,8% |
|
São Luis |
0 |
116 |
0,0% |
0,9% |
|
|
Demais Portos |
68 |
1 |
0,7% |
0,0% |
-39,1% |
|
Total |
9.363 |
12.251 |
100,0% |
100,0% |
3,0% |

A tendência de exportação de farelo de soja os portos de Santos e Paranaguá, também são diferentes no período 2000 a 2009. Enquanto Santos cresceu com alta taxa anual de 7%, Paranaguá teve um crescimento mais modesto no mesmo período (2,5%). Com isso, Santos deverá estar exportando 5,7 milhões de toneladas em 2019, correspondente a 27% das exportações do país, se aproximando daquela do porto de Paranaguá de 36% que perde posição relativa.

Do esmagamento acima mencionado resultou a produção de 6,1 milhões de toneladas de óleo vegetal, das quais, 4,1 milhões de toneladas foram consumidas pela população brasileira e 2,1 milhões de toneladas foram exportadas. Essa produção, no período de 2000 a 2008, teve crescimento de 5,2% anuais, puxado pela exportação, que teve uma taxa anual de 7,8%. O seu consumo interno apresentou um crescimento um pouco acima do vegetativo, de 3,9% ao ano, influenciado pelo aumento do consumo per capta, que passou de 17,7 Kg/hab/ano em 2000 para 22,1 Kg/hab/ano em 2008.
Óleo de
Soja
(Mil Toneladas)
|
Descrição |
2000 |
2008 |
Taxa de Crescimento (% aa) |
|
Produção |
4.111 |
6.150 |
5,2% |
|
Consumo Interno |
3.015 |
4.100 |
3,9% |
|
Exportação |
1.148 |
2.100 |
7,8% |
|
Consumo per capta
(Kg/hab/ano) |
17,7 |
22,1 |
2,8% |
Para a determinação da Área de Influência do porto de Santos, no qual esse trabalho está focado, é necessário que seja melhor conhecido o comportamento do mercado das mercadorias que são exportadas por aquele porto. Para tanto foi realizada, para cada uma delas, a distribuição das quantidades ofertadas e demandadas entre a unidade territorial de sua origem e a unidade territorial de seu destino. Esse processo utilizou aplicativo próprio e adequado como ferramenta facilitadora.
Nessa distribuição foram considerados os excedentes (ou déficit) de cada unidade territorial, que, de um modo geral, são obtidos pela diferença entre a oferta dirigida ao mercado, composta pela produção interna mais a importação, e a demanda, composta pela soma do consumo da população, pela exportação e pelo consumo intermediário de outros segmentos produtivos que compõe a cadeia produtiva no qual tal produto está inserido e que utilizam-no como matéria prima.
As quantidades totais ofertadas e demandadas referentes ao mercado brasileiro foram distribuídas pelas unidades territoriais segundo critérios de otimização que estabelecem os fluxos de mercadorias que apresentam o menor custo total de todos os seus deslocamentos.
Para tanto, é necessário que os custos de transporte entre todos os pares origem-destino envolvidos sejam calculados.
Para que o mercado local da Área de Influência possa ser estabelecido, uma visão abrangente desse mercado, a nível nacional, é necessária, já que pode haver trocas entre essa área e o restante do país, ou mesmo com áreas limítrofes a ela.
Para este estudo, as regiões brasileiras de interesse foram divididas em unidades territoriais que melhor representassem a distribuição espacial do mercado agrícola e industrial, ou seja, da oferta e da demanda da soja, do milho e de seus derivados e que pudessem constituírem em Zonas de Tráfego para efeito de estudo de transporte, em cujo centro de massa se concentram as cargas das mercadorias a serem transportadas.
Inicialmente foi utilizado como divisão territorial as mesorregiões dos estados, e em alguns, o próprio estado. Aquelas unidades territoriais que apresentaram ausência de quantidades em todos os itens de mercado, foram reagrupadas em unidades maiores constituídas de grupos de mesorregiões ou mesmo grupos de estados. Também, em determinados estados onde a distância aos principais portos é grande e com uma única rota de acesso, esses foram agrupados em áreas maiores, como foram os casos dos estados do Acre, Roraima, Amapá, Alagoas, Rio Grande do Norte, Sergipe, Rio de Janeiro. Desse critério resultaram 85 unidades territoriais, para a primeira divisão, e 30 para a segunda divisão, consideradas de interesse para o estudo, cada uma concentrando no pólo urbano regional todas as informações dos municípios nela contidos. Essas unidades territoriais estão mostradas nas tabelas a seguir.
Todas as informações espaciais de produção agrícola foram levantadas no sistema SIDRA do IBGE. Para estudo da evolução histórica, foram levantadas as séries de produção municipal, de 2000 a 2008, da soja e do milho, posteriormente agrupadas em mesorregiões. As informações espaciais dos derivados foram obtidas das publicações de entidades representativas dos setores industriais correspondentes.
As informações referentes a exportações e importações foram obtidas no sistema ALICE do MDIC, para o período de 2000 a 2008. Desse sistema foi possível obter as quantidades exportadas (e importadas) das mercadorias por porto de embarque (e desembarque) e por estado de origem (e de destino).
Os itens de mercado do ano de 2008 para a Soja em grãos, segundo sua ocorrência nas 85 unidades territoriais, são mostrados na tabela e ilustrados na figura a seguir apresentados.
MERCADO
BRASILEIRO DA SOJA
UNIDADES
TERRITORIAIS: ESTADOS E MESORREGIÕES
2008
(Mil toneladas)
|
UF |
POLO
REGIONAL |
MESORREGIÃO |
PRODUÇÃO COMERC. |
IMPOR- TAÇÃO |
EXPOR- TAÇÃO |
PROCESSA-MENTO |
OFERTA |
DEMANDA |
OFERTA EXCED. |
DEMANDA EXCED. |
|
AC |
Rio
Branco |
Vale
do Acre |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
|
AL |
Maceió |
Leste
Alagoano |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
|
AM |
Manaus |
Centro
Amazonense |
0,0 |
0,0 |
1.447,3 |
429,4 |
0,0 |
1.876,7 |
0,0 |
1.876,7 |
|
AP |
Macapá |
Sul
do Amapá |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
|
BA |
Barreiras |
Extremo
Oeste Baiano |
2.617,6 |
0,0 |
0,0 |
1.180,9 |
2.617,6 |
1.180,9 |
1.436,7 |
0,0 |
|
BA |
Salvador |
Metropolitana
de Salvador |
3,4 |
0,0 |
706,8 |
0,0 |
3,4 |
706,8 |
0,0 |
703,4 |
|
BA |
Vitória
da Conquista |
Centro
Sul Baiano |
0,0 |
0,0 |
53,2 |
0,0 |
0,0 |
53,2 |
0,0 |
53,2 |
|
CE |
Fortaleza |
Metropolitana
de Fortaleza |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
|
ES |
Vitória |
Central
Espírito-santense |
0,0 |
0,0 |
2.424,6 |
0,0 |
0,0 |
2.424,6 |
0,0 |
2.424,6 |
|
GO |
Goiás |
Noroeste
Goiano |
60,2 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
60,2 |
0,0 |
60,2 |
0,0 |
|
GO |
Porangatu |
Norte
Goiano |
275,8 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
275,8 |
0,0 |
275,8 |
0,0 |
|
GO |
Goiânia |
Centro
Goiano |
105,5 |
0,0 |
0,0 |
748,0 |
105,5 |
748,0 |
0,0 |
642,6 |
|
GO |
Luziânia |
Leste
Goiano |
913,7 |
0,0 |
0,0 |
386,5 |
913,7 |
386,5 |
527,2 |
0,0 |
|
GO |
Rio
Verde |
Sul
Goiano |
5.032,9 |
0,0 |
0,0 |
3.084,5 |
5.032,9 |
3.084,5 |
1.948,4 |
0,0 |
|
MA |
São
Luís |
Norte
Maranhense |
0,0 |
0,0 |
1.766,4 |
0,0 |
0,0 |
1.766,4 |
0,0 |
1.766,4 |
|
MA |
Imperatriz |
Oeste
Maranhense |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
|
MA |
Presidente
Dutra |
Centro
Maranhense |
15,5 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
15,5 |
0,0 |
15,5 |
0,0 |
|
MA |
Caxias |
Leste
Maranhense |
83,6 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
83,6 |
0,0 |
83,6 |
0,0 |
|
MA |
Balsas |
Sul
Maranhense |
1.105,3 |
0,0 |
0,0 |
429,4 |
1.105,3 |
429,4 |
675,9 |
0,0 |
|
MG |
Paracatu |
Noroeste
de Minas |
724,2 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
724,2 |
0,0 |
724,2 |
0,0 |
|
MG |
Montes
Claros |
Norte
de Minas |
74,7 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
74,7 |
0,0 |
74,7 |
0,0 |
|
MG |
Diamantina |
Jequitinhonha |
0,2 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,2 |
0,0 |
0,2 |
0,0 |
|
MG |
Teófilo
Otoni |
Vale
do Mucuri |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
|
MG |
Uberlândia |
Triângulo
Mineiro |
1.581,0 |
0,0 |
0,0 |
1.417,1 |
1.581,0 |
1.417,1 |
163,9 |
0,0 |
|
MG |
Curvelo |
Central
Mineira |
7,4 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
7,4 |
0,0 |
7,4 |
0,0 |
|
MG |
Belo
Horizonte |
Metropol.
Belo Horizonte |
1,3 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
1,3 |
0,0 |
1,3 |
0,0 |
|
MG |
Gov.
Valadares |
Vale
do Rio Doce |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
|
MG |
Divinópolis |
Oeste
de Minas |
16,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
16,0 |
0,0 |
16,0 |
0,0 |
|
MG |
Pouso
Alegre |
Sul
Sudoeste de Minas |
11,9 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
11,9 |
0,0 |
11,9 |
0,0 |
|
MG |
Barbacena |
Campo
das Vertentes |
2,2 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
2,2 |
0,0 |
2,2 |
0,0 |
|
MG |
Juiz
de Fora |
Zona
da Mata |
0,4 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,4 |
0,0 |
0,4 |
0,0 |
|
MS |
Corumbá |
Pantanais
Sul Mato-grossense |
0,5 |
0,0 |
12,7 |
0,0 |
0,5 |
12,7 |
0,0 |
12,2 |
|
MS |
Campo
Grande |
Centro
Norte de MS |
872,4 |
0,0 |
0,0 |
506,1 |
872,4 |
506,1 |
366,3 |
0,0 |
|
MS |
Três
Lagoas |
Leste
de Mato Grosso do Sul |
494,6 |
0,0 |
0,0 |
928,0 |
494,6 |
928,0 |
0,0 |
433,4 |
|
MS |
Dourados |
Sudoeste
de MS |
2.989,2 |
31,0 |
0,0 |
618,6 |
3.020,2 |
618,6 |
2.401,6 |
0,0 |
|
MT |
Campo
N. do Parecis |
Norte
Mato-grossense |
4.644,5 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
4.644,5 |
0,0 |
4.644,5 |
0,0 |
|
MT |
Sinop |
Norte
Mato-grossense |
5.844,4 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
5.844,4 |
0,0 |
5.844,4 |
0,0 |
|
MT |
Barra
do Garças |
Nordeste
Mato-grossense |
1.370,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
1.370,0 |
0,0 |
1.370,0 |
0,0 |
|
MT |
Tangará
da Serra |
Sudoeste
Mato-grossense |
231,3 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
231,3 |
0,0 |
231,3 |
0,0 |
|
MT |
Cuiabá |
Centro-Sul
Mato-grossense |
663,4 |
0,0 |
47,2 |
1.739,1 |
663,4 |
1.786,3 |
0,0 |
1.122,9 |
|
MT |
Rondonópolis |
Sudeste
Mato-grossense |
3.680,9 |
0,0 |
0,0 |
2.984,4 |
3.680,9 |
2.984,4 |
696,5 |
0,0 |
|
PA |
Santarém |
Baixo
Amazonas |
83,2 |
0,0 |
1.093,4 |
0,0 |
83,2 |
1.093,4 |
0,0 |
1.010,2 |
|
PA |
Belém |
Metropolitana
de Belém |
1,6 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
1,6 |
0,0 |
1,6 |
0,0 |
|
PA |
Marabá |
Sudeste
Paraense |
107,1 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
107,1 |
0,0 |
107,1 |
0,0 |
|
PB |
João
Pessoa |
Mata
Paraibana |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
|
PE |
Recife |
Metropolitana
de Recife |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
85,9 |
0,0 |
85,9 |
0,0 |
85,9 |
|
PI |
Teresina |
Centro-Norte
Piauiense |
0,3 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,3 |
0,0 |
0,3 |
0,0 |
|
PI |
Floriano |
Sudoeste
Piauiense |
781,2 |
0,0 |
0,0 |
528,2 |
781,2 |
528,2 |
253,0 |
0,0 |
|
PR |
Paranavaí |
Noroeste
Paranaense |
458,7 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
458,7 |
0,0 |
458,7 |
0,0 |
|
PR |
Campo
Mourão |
Centro
Ocidental Paranaense |
1.672,9 |
0,0 |
0,0 |
686,4 |
1.672,9 |
686,4 |
986,5 |
0,0 |
|
PR |
Londrina |
Norte
Central Paranaense |
1.826,9 |
0,0 |
0,0 |
1.948,2 |
1.826,9 |
1.948,2 |
0,0 |
121,4 |
|
PR |
Cornélio
Procópio |
Norte
Pioneiro Paranaense |
849,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
849,0 |
0,0 |
849,0 |
0,0 |
|
PR |
Ponta
Grossa |
Centro
Oriental Paranaense |
1.188,0 |
0,0 |
0,0 |
1.921,8 |
1.188,0 |
1.921,8 |
0,0 |
733,8 |
|
PR |
Cascavel |
Oeste Paranaense |
2.690,9 |
69,0 |
0,0 |
846,6 |
2.759,9 |
846,6 |
1.913,3 |
0,0 |
|
PR |
Francisco
Beltrão |
Sudoeste
Paranaense |
1.013,9 |
0,0 |
0,0 |
228,9 |
1.013,9 |
228,9 |
785,0 |
0,0 |
|
PR |
Guarapuava |
Centro-Sul
Paranaense |
1.085,8 |
0,0 |
0,0 |
617,7 |
1.085,8 |
617,7 |
468,1 |
0,0 |
|
PR |
Irati |
Sudeste
Paranaense |
432,4 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
432,4 |
0,0 |
432,4 |
0,0 |
|
PR |
Curitiba |
Metropolitana
de Curitiba |
130,5 |
0,0 |
4.207,0 |
1.018,1 |
130,5 |
5.225,2 |
0,0 |
5.094,7 |
|
RJ |
Rio
de Janeiro |
Metropol.
do Rio de Janeiro |
0,0 |
0,0 |
0,1 |
0,0 |
0,0 |
0,1 |
0,0 |
0,1 |
|
RN |
Natal |
Leste
Potiguar |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
|
RO |
Porto
Velho |
Madeira-Guaporé |
297,2 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
297,2 |
0,0 |
297,2 |
0,0 |
|
RR |
Boa
Vista |
Norte
de Roraima |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
|
RS |
Passo
Fundo |
Noroeste
Rio-grandense |
4.978,9 |
0,0 |
0,0 |
2.404,7 |
4.978,9 |
2.404,7 |
2.574,2 |
0,0 |
|
RS |
Porto
Alegre |
Metropol. de Porto Alegre |
1.429,5 |
0,0 |
0,0 |
1.834,4 |
1.429,5 |
1.834,4 |
0,0 |
405,0 |
|
RS |
Pelotas |
Sudeste
Rio-grandense |
1.006,7 |
0,0 |
3.366,0 |
1.085,6 |
1.006,7 |
4.451,6 |
0,0 |
3.444,9 |
|
SC |
Chapecó |
Oeste Catarinense |
499,1 |
0,0 |
0,0 |
393,8 |
499,1 |
393,8 |
105,3 |
0,0 |
|
SC |
Florianópolis |
Grande
Florianópolis |
403,8 |
0,0 |
2.286,3 |
472,4 |
403,8 |
2.758,6 |
0,0 |
2.354,8 |
|
SE |
Aracaju |
Leste
Sergipano |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
|
SP |
São
José do Rio Preto |
São
José do Rio Preto |
47,4 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
47,4 |
0,0 |
47,4 |
0,0 |
|
SP |
Ribeirão
Preto |
Ribeirão
Preto |
423,2 |
0,0 |
0,0 |
2.001,1 |
423,2 |
2.001,1 |
0,0 |
1.577,8 |
|
SP |
Araçatuba |
Araçatuba |
76,1 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
76,1 |
0,0 |
76,1 |
0,0 |
|
SP |
Bauru |
Bauru |
53,6 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
53,6 |
0,0 |
53,6 |
0,0 |
|
SP |
Araraquara |
Araraquara |
20,9 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
20,9 |
0,0 |
20,9 |
0,0 |
|
SP |
Piracicaba |
Piracicaba |
6,9 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
6,9 |
0,0 |
6,9 |
0,0 |
|
SP |
Campinas |
Campinas |
37,2 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
37,2 |
0,0 |
37,2 |
0,0 |
|
SP |
Presidente
Prudente |
Presidente
Prudente |
80,1 |
0,0 |
0,0 |
883,5 |
80,1 |
883,5 |
0,0 |
803,4 |
|
SP |
Marília |
Marília |
9,7 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
9,7 |
0,0 |
9,7 |
0,0 |
|
SP |
Assis |
Assis |
435,2 |
0,0 |
0,0 |
414,2 |
435,2 |
414,2 |
21,0 |
0,0 |
|
SP |
Itapetininga |
Itapetininga |
188,1 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
188,1 |
0,0 |
188,1 |
0,0 |
|
SP |
Sorocaba |
Macro
Metropolitana Paulista |
1,6 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
1,6 |
0,0 |
1,6 |
0,0 |
|
SP |
São
José dos Campos |
Vale
do Paraiba Paulista |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
|
SP |
Registro |
Litoral
Sul Paulista |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
|
SP |
São
Paulo |
Metropolitana
de São Paulo |
0,0 |
0,0 |
7.189,1 |
276,1 |
0,0 |
7.465,2 |
0,0 |
7.465,2 |
|
TO |
Araguaína |
Ocidental
do Tocantins |
306,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
306,0 |
0,0 |
306,0 |
0,0 |
|
TO |
Palmas |
Oriental
do Tocantins |
552,1 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
552,1 |
0,0 |
552,1 |
0,0 |
|
TOTAL |
56.599,2 |
100,0 |
24.600,0 |
32.099,3 |
56.699,2 |
56.699,2 |
32.132,3 |
32.132,3 |
||
Importação Produção MERCADO DA SOJA - 2008 Exportação Consumo
Intermediário
![]()
![]()
![]()

Para melhor representação do mercado, essas 85 unidades territoriais foram reagrupadas obtendo-se com isso 30 novas unidades. O mercado referente às 30 unidades territoriais está contido na tabela e ilustrado na figura a seguir apresentados.
MERCADO
BRASILEIRO DA SOJA
UNIDADES
TERRITORIAIS: GRUPOS DE ESTADOS E DE MESORREGIÕES
2008
(Mil toneladas)
|
UF |
PÓLO REGIONAL |
MESORREGIÃO |
PRODU-ÇÃO |
IMPOR-TAÇÃO |
EXPOR-TAÇÃO |
PROCES-SAMENTO |
OFERTA |
DEMANDA |
OFERTA
EXCED. |
DEMANDA
EXCED. |
|
AM |
Manaus |
Centro Amazonense |
297,2 |
0,0 |
1.447,3 |
429,4 |
297,2 |
1.876,7 |
0,0 |
1.579,5 |
|
BA |
Barreiras |
Extremo Oeste Baiano |
2.617,6 |
0,0 |
0,0 |
1.180,9 |
2.617,6 |
1.180,9 |
1.436,7 |
0,0 |
|
BA |
Salvador |
Metropol. de Salvador |
3,4 |
0,0 |
760,0 |
85,9 |
3,4 |
845,9 |
0,0 |
842,4 |
|
ES |
Vitória |
Central Espírito-santo |
0,0 |
0,0 |
2.424,7 |
0,0 |
0,0 |
2.424,7 |
0,0 |
2.424,7 |
|
GO |
Goiânia |
Centro Goiano |
1.355,2 |
0,0 |
0,0 |
1.134,5 |
1.355,2 |
1.134,5 |
220,7 |
0,0 |
|
GO |
Rio Verde |
Sul Goiano |
5.032,9 |
0,0 |
0,0 |
3.084,5 |
5.032,9 |
3.084,5 |
1.948,4 |
0,0 |
|
MA |
São Luís |
Norte Maranhense |
99,1 |
0,0 |
1.766,4 |
0,0 |
99,1 |
1.766,4 |
0,0 |
1.667,3 |
|
MA |
Imperatriz |
Oeste Maranhense |
27,3 |
0,0 |
0,0 |
429,4 |
27,3 |
429,4 |
0,0 |
402,2 |
|
MA |
Balsas |
Sul Maranhense |
1.078,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
1.078,0 |
0,0 |
1.078,0 |
0,0 |
|
MG |
Uberlândia |
Triângulo Mineiro |
2.419,3 |
0,0 |
0,0 |
1.417,1 |
2.419,3 |
1.417,1 |
1.002,3 |
0,0 |
|
MS |
Campo Grande |
Centro Norte de MS |
1.367,5 |
0,0 |
12,7 |
1.434,0 |
1.367,5 |
1.446,7 |
0,0 |
79,2 |
|
MS |
Dourados |
Sudoeste de MS |
2.989,2 |
31,0 |
0,0 |
618,6 |
3.020,2 |
618,6 |
2.401,6 |
0,0 |
|
MT |
Campo N. Parecis |
Norte Mato-grossense |
4.644,5 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
4.644,5 |
0,0 |
4.644,5 |
0,0 |
|
MT |
Sinop |
Norte Mato-grossense |
5.844,4 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
5.844,4 |
0,0 |
5.844,4 |
0,0 |
|
MT |
Barra do Garças |
Nordeste Mato-grossense |
1.370,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
1.370,0 |
0,0 |
1.370,0 |
0,0 |
|
MT |
Cuiabá |
Centro-Sul Mato-grossense |
4.575,6 |
0,0 |
47,2 |
4.723,5 |
4.575,6 |
4.770,7 |
0,0 |
195,0 |
|
PA |
Santarém |
Baixo Amazonas |
83,2 |
0,0 |
1.093,4 |
0,0 |
83,2 |
1.093,4 |
0,0 |
1.010,2 |
|
PA |
Marabá |
Sudeste Paraense |
108,7 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
108,7 |
0,0 |
108,7 |
0,0 |
|
PI |
Teresina |
Centro-Norte Piauiense |
781,5 |
0,0 |
0,0 |
528,2 |
781,5 |
528,2 |
253,3 |
0,0 |
|
PR |
Londrina |
Norte Central Paranaense |
4.807,4 |
0,0 |
0,0 |
2.634,6 |
4.807,4 |
2.634,6 |
2.172,8 |
0,0 |
|
PR |
Cascavel |
Oeste Paranaense |
5.223,0 |
69,0 |
0,0 |
1.693,2 |
5.292,0 |
1.693,2 |
3.598,8 |
0,0 |
|
PR |
Curitiba |
Metropol. de Curitiba |
1.318,5 |
0,0 |
4.207,0 |
2.940,0 |
1.318,5 |
7.147,0 |
0,0 |
5.828,5 |
|
RS |
Porto Alegre |
Metropol. de Porto Alegre |
5.333,3 |
0,0 |
0,0 |
3.517,3 |
5.333,3 |
3.517,3 |
1.816,0 |
0,0 |
|
RS |
Pelotas |
Sudeste Rio-grandense |
2.081,8 |
0,0 |
3.366,0 |
1.807,4 |
2.081,8 |
5.173,4 |
0,0 |
3.091,7 |
|
SC |
Florianópolis |
Grande Florianópolis |
902,8 |
0,0 |
2.286,3 |
866,1 |
902,8 |
3.152,4 |
0,0 |
2.249,6 |
|
SP |
Ribeirão Preto |
Ribeirão Preto |
491,5 |
0,0 |
0,0 |
2.001,1 |
491,5 |
2.001,1 |
0,0 |
1.509,6 |
|
SP |
Bauru |
Bauru |
654,7 |
0,0 |
0,0 |
1.297,7 |
654,7 |
1.297,7 |
0,0 |
643,0 |
|
SP |
São Paulo |
Metropol. de São Paulo |
233,7 |
0,0 |
7.189,1 |
276,1 |
233,7 |
7.465,2 |
0,0 |
7.231,5 |
|
TO |
Araguaína |
Ocidental do Tocantins |
306,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
306,0 |
0,0 |
306,0 |
0,0 |
|
TO |
Palmas |
Oriental do Tocantins |
552,1 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
552,1 |
0,0 |
552,1 |
0,0 |
|
TOTAL |
56.599,2 |
100,0 |
24.600,0 |
32.099,3 |
56.699,2 |
56.699,3 |
28.754,3 |
28.754,3 |
||
Exportação Consumo
Intermediário Importação Produção MERCADO DA SOJA - 2008![]()

![]()
![]()

As quantidades totais excedentes ofertadas e demandadas referentes ao mercado brasileiro foram distribuídas pelas 30 unidades territoriais segundo critérios de otimização de mínimo custo total de todos os seus deslocamentos, com base nos custos de transporte entre todos os pares origem-destino envolvidos.
Outras condições estabelecidas para a estimativa da distribuição, foram:
Soma das quantidades com
origem em cada unidade territorial e destino para todas as demais unidade
territorial igual à oferta total nessa origem.
Soma das quantidades com destino em cada unidade territorial e origem em todas as demais unidades territoriais igual à demanda total nesse destino.
Soma das exportações, para cada porto, com origem nas unidades territoriais de cada estado igual as exportações desse estado pelo referido porto, conforme divulgação do Secex.
A distribuição das quantidades excedentes ofertadas das unidades territoriais nas origens e demandadas nos destinos para a Soja está apresentada na tabela e ilustrada na figura a seguir apresentadas.
Distribuição da Soja entre Origens e Destinos
2008
(Mil toneladas)
|
Destino |
AM |
BA |
ES |
MA |
MA |
MS |
MT |
PA |
PR |
RS |
SC |
SP |
SP |
SP |
TOTAL |
|
|
Origem |
Manaus |
Salvador |
Vitória |
São Luís |
Imperatriz |
Campo Grande |
Cuiabá |
Santarém |
Curitiba |
Pelotas |
Florianó-polis |
Ribeirão Preto |
Bauru |
S.Paulo e Santos |
||
|
BA |
Barreiras |
0,0 |
697,1 |
292,2 |
2,4 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
445,1 |
1.436,7 |
|
GO |
Goiânia |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
220,7 |
220,7 |
|
GO |
Rio Verde |
0,0 |
0,0 |
879,1 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
13,3 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
1.056,0 |
1.948,4 |
|
MA |
Balsas |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
873,1 |
205,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
1.078,0 |
|
MG |
Uberlândia |
0,0 |
0,0 |
223,3 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
286,5 |
0,0 |
492,5 |
1.002,3 |
|
MS |
Dourados |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
12,7 |
0,0 |
0,0 |
1.681,2 |
0,0 |
67,0 |
0,0 |
0,0 |
640,8 |
2.401,6 |
|
MT |
Campo N. Parecis |
1.579,5 |
53,0 |
1.030,2 |
0,0 |
0,0 |
66,6 |
195,0 |
0,0 |
884,9 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
585,2 |
250,2 |
4.644,6 |
|
MT |
Sinop |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
959,7 |
0,0 |
0,0 |
947,8 |
0,0 |
0,0 |
3.936,9 |
5.844,3 |
|
MT |
Barra do Garças |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
89,1 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
1.223,1 |
57,8 |
0,0 |
1.370,0 |
|
PA |
Marabá |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
51,4 |
6,7 |
0,0 |
0,0 |
50,6 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
108,7 |
|
PI |
Teresina |
0,0 |
85,8 |
0,0 |
134,4 |
33,1 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
253,3 |
|
PR |
Londrina |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
967,3 |
0,0 |
1.193,4 |
0,0 |
0,0 |
12,0 |
2.172,7 |
|
PR |
Cascavel |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
2.238,6 |
1.360,2 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
3.598,8 |
|
RS |
Porto Alegre |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
43,2 |
1.731,5 |
41,4 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
1.816,1 |
|
TO |
Araguaína |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
306,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
306,0 |
|
TO |
Palmas |
0,0 |
6,6 |
0,0 |
211,0 |
157,3 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
0,0 |
177,2 |
552,1 |
|
|
TOTAL |
1.579,5 |
842,4 |
2.424,7 |
1.667,3 |
402,2 |
79,2 |
195,0 |
1.010,2 |
5.828,4 |
3.091,7 |
2.249,5 |
1.509,6 |
643,0 |
7.231,4 |
28.754,3 |
Demanda Oferta EXCEDENTES DA SOJA - 2008![]()

De acordo com a distribuição estimada segundo o critério acima apresentado, a área de influência do Porto de Santos para a Soja em grãos, é composta pelas unidades territoriais de origem que apresentam fluxos significativos dessa mercadoria para a unidade territorial “S. Paulo e Santos”, que é a última coluna da tabela. Assim essa área fica representada pelas regiões e respectivos pólos regionais:
Estado de São Paulo
Centro Goiano / Goiânia - GO
Sul Goiano / Rio Verde - GO
Triângulo Mineiro / Uberlândia - MG
Sudoeste de Mato Grosso do Sul / Dourados - MS
Noroeste Matogrossense / Campo Novo dos Parecis - MT
Centro Norte Matogrossense / Sinop – MT